
Áurea reage a voto "Marécio" em MG: "Risco de não eleger nem a Marília"
Áurea Carolina afirma que ideia de "Marécio" é equivocada e lembra que em 2018 foram eleitos Rodrigo Pacheco e Carlos Viana

Belo Horizonte – A candidata ao senado Áurea Carolina (PSol-MG) alerta que o voto “Marécio”, no qual eleitores dariam um dos votos em Marília Campos (PT-MG) e o outro em Aécio Neves (PSDB-MG), poderia repetir o cenário de 2018 e não conseguir eleger a petista.
“Seria um desastre para Minas Gerais! Não existe voto útil para o Senado. É uma ideia equivocada e de senso comum que pode repetir o que aconteceu em 2018, quando o segundo voto na dobrada da presidenta Dilma acabou elegendo Rodrigo Pacheco e Carlos Viana”, afirmou a psolista.
A parlamentar também afirma que o mesmo se passou em São Paulo, também na disputa eleitoral de 2018, quando Eduardo Suplicy (PT) terminou em terceiro em uma campanha que elegeu o Major Olimpio (PSL, legenda que se fundiu para criar o União Brasil), que morreu em 2021, e Mara Gabrilli (PSD, à época no PSDB).
Pessoas próximas a Marília Campos ressaltaram que a campanha está comprometida em apoiar a aliada do PSol na sua disputa ao Senado e buscar eleger a dobradinha para o Legislativo nacional.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA última pesquisa Datafolha para o cargo colocou, somando os dois votos, Marília Campos liderando com 12%; seguida por Carlos Viana (PSD) e Aécio Neves com 10%; em quarto vem Domingos Sávio (PL), 8%; Marcelo Aro (PP), 6%; e Áurea Carolina com 3%.
Sobre o “Marécio”
Apesar das campanhas destacarem que não há nada arquitetado, quadros do PSDB e do PT veem com bons olhos a dobradinha de votos para o Senado nos dois partidos, que têm como seus candidatos o ex-governador Aécio Neves e a ex-prefeita de Contagem Marília Campos. É o voto “Marécio”.



