Saiba em quais alimentos encontrar a “vitamina de ouro” para o cérebro
Essencial para energia, memória e sistema nervoso, nutriente está ligado à prevenção de anemia e fadiga persistente
atualizado
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Discreta, mas decisiva para o funcionamento do organismo, a vitamina B12 vem sendo apontada por especialistas como uma verdadeira “vitamina de ouro” para o cérebro. O nutriente é essencial para a síntese do material genético e para a manutenção das funções do sistema nervoso. Quando está em falta, o corpo sente e a mente também.
A vitamina B12 participa diretamente da produção de energia, da formação dos glóbulos vermelhos e da proteção do cérebro e da medula espinhal. Sua atuação no metabolismo ajuda a manter a nutrição celular e a circulação sanguínea adequadas, além de contribuir para respostas neurológicas eficientes no dia a dia.
Segundo o MedlinePlus, serviço da Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, a deficiência pode provocar anemia megaloblástica, marcada por fraqueza intensa e queda na capacidade funcional.

Os sinais de carência vão além do cansaço. Palidez, falta de ar, palpitações, perda de apetite e emagrecimento involuntário podem surgir. No campo cognitivo, a deficiência está associada a lapsos de memória, confusão mental e até sintomas depressivos. Em casos mais graves, podem ocorrer dificuldades de equilíbrio e lesões na boca ou na língua. Em bebês, a ausência do nutriente compromete o crescimento e o desenvolvimento neurológico.
Mas onde encontrar essa vitamina essencial? As principais fontes são alimentos de origem animal. Peixes como salmão e atum, carnes bovina, suína e de frango e, especialmente, o fígado bovino concentram altas quantidades do nutriente. Frutos do mar, leite, queijos, iogurtes e ovos também ajudam a atingir as recomendações diárias.
Para quem não consome produtos animais, há alternativas fortificadas, como leveduras nutricionais e cereais enriquecidos com vitamina B12. Especialistas reforçam que, diante de sintomas persistentes, é fundamental buscar orientação profissional para avaliar os níveis do nutriente e, se necessário, ajustar a alimentação ou iniciar suplementação adequada.
