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A chef Roberta Sudbrack, uma das mais renomadas do país, pode ser apontada como uma figura central na popularização do Lardo di Colonnata no Rio de Janeiro. A iguaria italiana, então, passou a ser cada vez mais utilizada e, agora, chega a Brasília.

O Lardo di Colonnata é um produto com denominação de origem: só pode receber esse nome o preparo feito na região de Carrara, na Itália. Trata-se de um naco da banha do porco, salgado, temperado com especiarias e envelhecido em mármore de Carrara – técnica utilizada desde os tempos do Império Romano.

Na capital federal, a delícia, conhecida como o primo rico do bacon, integra o cardápio do restaurante italiano ‘A Mano. O Costolette D’agnello con Lardo di Colonnata é um carrê de cordeiro grelhado ao próprio molho do lardo e fregola (R$ 89).

Rayan Ribeiro/Divulgação

O chef Ronny Peterson considera o Lardo di Colonnata uma iguaria

 

“Eu considero uma iguaria… Como o sabor é suave, harmoniza muito bem com o cordeiro, que é uma carne bastante consumida na Itália. Optei por incluir também a fregola no prato, uma massa típica da Sardenha. Essa é uma refeição bastante tradicional!”, completa o chef Ronny Peterson.

Existem outros tipos de lardo, curados de outras formas e extraídos com outros métodos, mas que não podem ser denominados como di Colonnata. A técnica de preparo é protegida por denominação de origem.