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Savoir-faire do Velho Mundo e criatividade do Novo Mundo. Esse mix foi responsável por conceder ao chileno Almaviva, safra de 2015, o título de Vinho do Ano de 2017 no evento Great Wines of the World.

O anúncio foi feito em Hong Kong durante a disputa realizada no Hotel Mandarin Oriental, com a presença de 180 convidados, entre eles grandes nomes da indústria vitivinícola do mundo. O vinho recebeu a pontuação perfeita do famoso crítico James Suckling, que descreve o Almaviva 2015 como “um vinho que simboliza a grandeza com sua intensidade, estrutura e equilíbrio, enfatizando a distância dos vinhos amadurecidos ao neoclassicismo com energia e nesse”.

“Este grande reconhecimento chega no melhor momento de Almaviva, quando celebramos o nosso vigésimo aniversário”, afirma Felipe Larraín, gerente-geral da Viña Almaviva. A safra 2015 ainda não tem preço de venda, e só estará disponível no Brasil em 2018. A safra vendida atualmente no país é a 2014 e o preço médio de mercado é R$ 1 mil.

História 
A parceria franco-chilena foi criada como um projeto visionário em 1997. A Baronesa Philippine de Rothschild (1933-2014), presidente do conselho do grupo Baron Philippe de Rothschild, e Eduardo Guilisasti Tagle (1920-1998), presidente da Viña Concha y Toro, assinaram um acordo para criar o vinho franco-chileno premium  que seria o Almaviva. Produzido sob a supervisão técnica conjunta de ambos os sócios, sendo a primeira colheita produzida a de 1996, e lançada ao mercado em 1998, com alcance internacional.

Elaborado a partir de una mescla de variedades clássicas de Bordeaux – em que predomina a Cabernet Sauvignon, Carmenere e Cabernet Franc, e as uvas que se acrescentaram depois, Merlot e Petit Verdot -, Almaviva é o resultado do encontro de duas culturas: o solo, vinhedos e clima do Chile, enquanto a França empresta seu know how.



 

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