Torcida organizada do Palmeiras pede saída de Abel Ferreira; confira

Na publicação, a torcida ainda criticou a presidente do clube, Leila Pereira, e o diretor de futebol do Palmeiras, Anderson Barros.

atualizado

metropoles.com

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Cesar Greco/Palmeiras
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1 de 1 abel-ferreira-palmeiras - Foto: Cesar Greco/Palmeiras

A torcida organizada do Palmeiras, Mancha Alvi Verde, pediu a saída de Abel Ferreira do cargo de treinador da equipe. O pedido de saída foi publicado nesta quinta-feira (21/5), através de comunicado nas redes sociais. A postagem acontece um dia depois do Alviverde perder para o Cerro Porteño na Libertadores.

Confira a pubicação:

Em nota, a torcida agradece ao que Abel Ferreira fez pelo Palmeiras, mas faz críticas ao português. No texto, a organizada argumenta que o time não joga bem faz um tempo, mas que antes os resultados “escondiam a bagunça”. Os torcedores ainda reclamam da postura do treinador, em relação as expulsões, reclamações e as “coletivas agressivas”.

“Quem acompanha de perto já via um time perdido há meses: chutão para frente, cruzamentos sem sentido, jogadores fora de posição, time desorganizado, sem padrão tático, sem criatividade e sem reação. E tudo isso cai diretamente na conta do treinador. O Abel de hoje virou um técnico arrogante, desequilibrado e perdido“, escreveu a torcida.

Na publicação, a torcida ainda criticou a presidente do clube, Leila Pereira, e o diretor de futebol do Palmeiras, Anderson Barros.

“Leila Pereira. O Palmeiras não pode viver só de marketing e entrevistas. Nos seus dois mandatos, os títulos grandes passaram longe. Em jogos decisivos, faltou pulso, faltou comando e sobrou discurso. O Palmeiras virou um clube que fala muito e joga pouco.”, publicou a torcida.

Veja a nota na íntegra:

OBRIGADO, ABEL. JÁ DEU. TCHAU.

A lenda da Fata Morgana fala sobre miragens: você olha de longe, parece grandioso, parece real… mas quando chega perto, não existe nada.

Esse é o Palmeiras dos últimos três anos.

Os números mostram liderança, invencibilidade, campanhas “históricas”. Mas quando chega a hora da verdade, sobra vice, eliminação e, no máximo, um Paulista para tentar maquiar a realidade.

Abel Ferreira, ninguém está apagando sua história. Seu passado vencedor sempre será lembrado. Mas também ninguém é obrigado a aceitar esse presente vergonhoso dentro de campo.

O Palmeiras não joga bola há muito tempo. A diferença é que antes os resultados escondiam a bagunça.

Quem acompanha de perto já via um time perdido há meses: chutão para frente, cruzamentos sem sentido, jogadores fora de posição, time desorganizado, sem padrão tático, sem criatividade e sem reação.

E tudo isso cai diretamente na conta do treinador.

O Abel de hoje virou um técnico arrogante, desequilibrado e perdido.

Expulsões infantis prejudicando o próprio time, coletivas agressivas, respostas debochadas e uma mania insuportável de procurar desculpas para tudo. Reclama da arbitragem, reclama do calendário, reclama do gramado, reclama da imprensa… mas assume raramente a responsabilidade pelo futebol ridículo que o Palmeiras apresenta.

O time é mal treinado. Sem intensidade, sem jogada, sem alma e sem liderança. Um elenco caro, milionário, e joga um futebol pequeno.

Leila Pereira. O Palmeiras não pode viver só de marketing e entrevistas.

Nos seus dois mandatos, os títulos grandes passaram longe. Em jogos decisivos, faltou pulso, faltou comando e sobrou discurso.

O Palmeiras virou um clube que fala muito e joga pouco.

Anderson Barros. Emagreceu depois do Mounjaro, mas a incompetência continua pesada. Foi ele quem montou esse elenco desequilibrado e sem peças de reposição. Um time sem laterais confiáveis, sem um meia criativo e com um banco fraco para um clube do tamanho do Palmeiras.

Temporada longa exige planejamento, exige contratação e exige competência. Jogador vai machucar, isso faz parte do futebol. Quem tem dinheiro precisa se preparar para isso.

O Palmeiras hoje tem dinheiro sobrando e competência faltando. A torcida apoiou o tempo inteiro. Cantou, incentivou, lotou o estádio e empurrou mesmo vendo um futebol horroroso há meses. Mas apoio não significa silêncio.

A cobrança vai existir sempre que for necessária. Porque o Palmeiras é maior que treinador, maior que presidente e maior que diretor. Sábado é decisão. Vamos apoiar durante os 90 minutos. Mas depois do apito, ninguém vai aceitar viver de passado enquanto o presente afunda o nosso futuro.

FORA ABEL… Ah! Se ele sair, quem vai entrar? O Jorge Jesus, qualquer outro portuga ou, quem sabe, o atual técnico do PAOK?

Leila, sua hora está chegando. 2027 é logo ali.

Anderson Barros já faz hora extra.

Diretoria.”

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