Presidente da CBAt projeta meta de medalhas para as Olimpíadas de 2028
Wlamir Motta Campos destaca a maturidade e regularidade de atletas para buscar, ao menos, quatro pódios em Los Angeles
atualizado
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Faltam dois anos para as Olimpíadas de 2028, mas, para o atletismo brasileiro, o planejamento já está em ritmo de competição. O presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Wlamir Motta Campos, projeta um cenário realista em que o Brasil pode repetir o feito das últimas edições e buscar ao menos quatro novos pódios.
“Acho que nós podemos atingir quatro medalhas em Los Angeles. Não é fácil. Eu não estou falando que são medalhas fáceis. Estou falando da possibilidade de um trabalho que nós estamos fazendo”, disse em entrevista ao Metrópoles.
O dirigente ressalta que o objetivo não é gerar pressão desnecessária nos competidores, mas sim trabalhar com base nos resultados obtidos recentemente. A modalidade é a segunda com mais medalhas olímpicas da história do Brasil.
Confira a entrevista completa
Para alcançar essa meta, a CBAt aposta em nomes que já demonstraram regularidade internacional, como Caio Bonfim, além de talentos em ascensão, como Juliana Campos. Wlamir acredita que o histórico recente de conquistas serve de base sólida para os desafios que virão em solo americano.
“A gente trabalha muito com a realidade e eu tenho muito orgulho de falar que desde que nós assumimos a CBAt, foram dois Jogos Olímpicos. Nós conquistamos quatro medalhas olímpicas. Hoje, o atletismo é o segundo esporte mais vencedor do Brasil. Nós só estamos atrás do judô”, afirmou.
As maiores esperanças de destaque individual recaem sobre Alison dos Santos, o “Piu”, e o próprio Caio. O atleta dos 400 m com barreiras já possui duas medalhas olímpicas, enquanto o brasiliense da marcha atlética é o principal nome do atletismo brasileiro na atualidade.










