“Medalha não tem cor”, Caio Bonfim celebra bronze histórico em casa
Após pódio em Brasília, Caio Bonfim destaca emoção, pressão e sonho realizado no primeiro Mundial no hemisfério sul
atualizado
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Depois de conquistar o bronze no Mundial de Marcha Atlética, em Brasília, Caio Bonfim resumiu o feito com emoção e alívio. Correndo em casa neste domingo (12/4), no primeiro evento da história no hemisfério sul, o atleta destacou o peso da responsabilidade e o significado da medalha inédita na carreira.
“Medalha não tem cor. Viver da marcha atlética no Brasil, acreditar, sonhar e conquistar isso em casa… é um sonho realizado”, disse o atleta.
O brasiliense enfatizou que o resultado vai além da posição no pódio. Para ele, a conquista representa anos de consistência entre os melhores do mundo e a realização de um objetivo que ainda faltava em sua trajetória no atletismo.
“Hoje eu posso fazer um álbum de figurinha e faltava essa. Já tinha outras, mas a do Mundial de marcha era um sonho”, afirmou.
O brasiliense também ressaltou a dificuldade emocional de competir diante da torcida, cenário que classificou como o maior desafio da carreira. Segundo ele, a pressão por um bom resultado em casa exigiu uma postura diferente ao longo da prova.
“Foi o maior desafio da minha carreira. Só seria festa depois do resultado. Era uma responsabilidade muito grande não decepcionar”, concluiu.






