“Não havia outra opção”, diz médico responsável por operar Militão
O profissional afirmou que, devido à gravidade do problema, a cirurgia era a única opção de recuperação completa para Éder Militão
atualizado
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Lasse Lempainem, médico responsável por operar a lesão de Éder Militão, revelou detalhes sobre o procedimento que tirou o zagueiro da Seleção Brasileira da Copa do Mundo. O profissional afirmou que, devido à gravidade do problema, a cirurgia era a única opção de recuperação completa para o defensor do Real Madrid.
“Não havia outra opção. Militão é meu paciente e temos uma relação de confiança entre médico e paciente. Não posso revelar nada que já não tenha sido publicado. O que posso dizer é que a lesão dele foi muito grave. A única opção era a cirurgia“, afirmou Lempainem ao jornal Marca.
Militão rompeu o tendão proximal do músculo bíceps femoral da perna esquerda. Sem prazo para retornar aos gramados, o zagueiro agora segue para a recuperação da lesão. No entanto, de acordo com o médico responsável, o tempo médio para voltar ao auge físico novamente em problemas deste porte é de quatro a seis meses.
” De modo geral, quando um jogador de futebol de alto nível sofre uma lesão grave na coxa, leva entre quatro e seis meses para que ele consiga retornar à competição em alto nível”, completou o profissional.
Lempainen tem 47 anos e é especialista em cirurgias ortopédicas. Além de Éder Militão, ele atende outras estrelas do esporte mundial, como Ter Stegen e Ousmane Dembélé. No caso do brasileiro, o médico afirmou que, sem a cirurgia, ele não voltaria a atuar no mesmo nível.
“Com essa lesão na coxa, ele não conseguiria continuar sua carreira profissional no mais alto nível”, disse Lasse Lempainen.
