Instituto de Brasília acolhe atletas de Jiu-jítsu e coleciona títulos

O República BJJ acolhe atletas de todo o país que desejam iniciar carreira na arte marcial e conta com apoios para se manter

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Reprodução/ Arquivo pessoal
Atletas do República BJJ
1 de 1 Atletas do República BJJ - Foto: Reprodução/ Arquivo pessoal

Sediado em Brasília, o projeto República BJJ reúne jovens atletas de jiu-jítsu em busca de resultados esportivos e pessoais. Com foco no desenvolvimento técnico e humano de cada um dos integrantes, a República oferece treinos da modalidade, além de acompanhamento psicológico, nutricional,  pedagógico, médico entre outros.

Reconhecido recentemente como instituto, o projeto acumula medalhas e bons resultados enquanto busca parcerias para continuar atendendo e recebendo atletas.

 

Felipe Alencastro, de 45 anos, iniciou o projeto no ano passado. Junto de Evaldo Alves “Fernando”, de 33 anos, eles atendem 10 jovens vindos de diferentes pontos do Brasil unidos pelo sonho de se tornarem campeões nos tatames.

“Temos dois atletas de Roraima, dois do Amazonas, um da Bahia, um do Pará, três do Rio de Janeiro e um do Distrito Federal. Tem um garoto da Bahia que foi morar no Rio e treinar na matriz da equipe que fazemos parte, é que nós damos assistência. Eles têm entre 17 e 26 anos”, explica Felipe.

O criador do projeto ainda explicou quais as exigências para um atleta fazer parte da República BJJ.

“Para entrar na casa tem que ser entre as faixa azul a preta e ter entre 16 e 26 anos. Ter alguma experiência em competições e ter muita disposição para treinar”, afirma.

E os resultados saltam aos olhos. Só em 2022, Felipe revela que foram conquistadas 110 medalhas de ouro, 35 medalhas de prata e 26 de bronze.

“Conseguimos medalhas de ouro, prata e bronze no Brasileiro com kimono e no Brasileiro NOGI, que é a disputa sem kimono. Uma prata no Grand Slam de Londres, um bronze no Sul-americano, diversos Opens pelo Brasil, diversos AJP Tour da Federação dos árabes. Além de muitas competições locais”, destacou.

Para manter o projeto de pé, Felipe revela que conta com o apoio de parcerias que oferecem aulas de inglês, atendimento psicológico esportivo, fisioterapia, oftalmologia, nutrição, academia de musculação e até de uma padaria, além do suporte de federações para isenção em inscrições nos campeonatos.

Apesar do suporte, o coordenador do projeto afirma que a disputa para o Mundial que será nos Estados Unidos em 2023 ainda corre riscos, caso não consigam os valores necessários.

“Conseguimos o apoio de uma assessoria que está nos auxiliando para tirarmos os vistos dos atletas. Nós ainda precisamos resolver a questão das passagens, só precisamos do apoio. Nossa equipe tem plenas condições de trazer medalhas”, completou.

 

 

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