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O primeiro finalista da Copa do Mundo sairá do confronto entre França e Bélgica, adversários que se conhecem muito bem. Além dos jogadores das duas equipes participarem juntos das principais ligas do mundo, o auxiliar do espanhol Roberto Martinez, treinador do esquadrão belga, é ninguém menos do que Thierry Henry, o maior artilheiro da história da seleção francesa, com 51 gols.

O atacante Olivier Giroud, que no passado foi muito criticado por Thierry Henry, comentou neste domingo (8/7) sobre a presença do ídolo francês no banco belga. “Será estranho vê-lo contra nós. Ele tem a sorte de fazer parte de uma geração de jogadores muito boa. Ele está lá para aprender também, progredir como treinador”, disse o titular do técnico Didier Deschamps.

“Ele (Thierry Henry) é uma lenda viva do futebol francês, tenho muito respeito pelo o que ele fez, mas não vamos pensar muito nisso, estamos focados em nos preparar bem para esse jogo. Sei que ele falou algumas coisas há alguns anos, mas ele já mudou suas palavras… enfim, vamos tentar mostrar para ‘Titi’ que ele escolheu o lado errado”, continuou Olivier Giroud.

Didier Deschamps, aliás, foi o capitão da França na conquista do único título do país – a Copa do Mundo de 1998, disputada em casa. Naquela seleção, o jovem Thierry Henry foi um dos artilheiros da equipe, com três gols marcados durante a campanha.

Após a vitória contra o Uruguai, o lateral-esquerdo Lucas Hernandez também falou sobre a presença do ídolo francês do outro lado. “Acho que se nós ganharmos ele também ficará contente porque, antes de tudo, ele é francês”, brincou o jogador. “Todos os franceses o conhecem e sabem muito bem que ele foi um grande jogador, um dos maiores, um ícone do futebol da França. Agora ele é o segundo treinador da Bélgica e eu espero que não nos derrote”, destacou.