Deprimido e com saudades da mãe: os últimos momentos de Maradona

Jornal Clarín detalhou como foram os melancólicos e derradeiros minutos e dias do ídolo argentino

atualizado 25/11/2020 20:10

Maradona como técnicoMarcos Brindicci/Getty Images

Primeiro jornal a noticiar a morte de Diego Maradona na tarde desta quarta-feira (25/11), o jornal argentino Clarín divulgou alguns detalhes sobre os últimos minutos e dias da vida do ídolo.

Segundo o diário, Maradona acordou se sentindo mal por volta das 10h, e voltou a se deitar antes de sofrer uma parada cardíaca.

O Clarín detalha que o ex-jogador estava morando com o sobrinho Johnny Espósito, o cunhado do advogado e homem de confiança Matías Morla, Maximiliano Pomargo, e Monona, uma cozinheira que Maradona considerava sua segunda mãe.

Assim que se sentiu mal, Morla, o médico Leopoldo Luque e as filhas de Maradona que moram na Argentina (Dalma, Gianna e Jana) foram avisadas. Várias ambulâncias apareceram para socorrer o ídolo, mas já era tarde demais.

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Cuba

Maradona tem uma longa relação com Cuba. Fez um tratamento para se livrar da dependência química na ilha, além de ter uma amizade com Fidel Castro. Havia um plano de seu psicólogo e sua psiquiatra para que Maradona voltasse ao país. Ele chegou a ser convidado por Tony, filho de Fidel, com promessa de estadia e privacidade.

O motivo para esse plano era que Maradona, segundo o Clarín, estava ansioso, deprimido e angustiado. Tinha saudades dos pais, em especial da mãe, Dalma, já falecida. Também estava chateado por não ter conseguido juntar todos os filhos e o neto, Benjamin Agüero Maradona, para comemorar seus 60 anos, no último dia 30 de outubro.

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