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Futebol

Leila Pereira pede prisão de stalker e apresenta provas à Justiça

Presidente do Palmeiras, Leila Pereira protocolou pedido de prisão preventiva do stalker, já que a liberdade dele a coloca em risco

Repórter de Futebol25/07/2025 19:28, atualizado 25/07/2025 23:36
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Alexandre Schneider/Getty Images
Imagem colorida de Leila Pereira, que será chefe de delegação do Brasil- Metrópoles

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, entrou com um pedido para que seja decretada a prisão preventiva do stalker que a persegue há meses. Na petição, protocolada em 30 de maio de 2025, a defesa de Leila afirma que o perseguidor teria descumprido a medida protetiva pela nona vez e que, assim, continua a “importunar e perseguir sistematicamente a vítima”.

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Leila é presidente do Palmeiras
Ela entrou com um pedido de prisão contra um stalker
Leila Pereira
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Leila Pereira

Cesar Greco/Palmeiras
Leila é presidente do Palmeiras
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Leila é presidente do Palmeiras

Cesar Greco/Palmeiras
Ela entrou com um pedido de prisão contra um stalker
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Ela entrou com um pedido de prisão contra um stalker

Cesar Greco/Palmeiras

No processo, ao qual o Metrópoles teve acesso, Leila anexa diversas provas. Os advogados da dirigente do Alviverde alegam que a “liberdade dele coloca em risco a integridade psíquica, com potencial de atingir a integridade física” dela.

Ainda na ação, Leila relatou que recebeu uma série de “novas ameaças e mensagens de caráter perturbador” do stalker. “A conduta transcende qualquer margem de tolerância jurídica e revela um nível alarmante de periculosidade, que justifica, de forma inequívoca, a urgente decretação de sua prisão preventiva”, descreveu.

Nas mensagens, o homem atribui diretamente a ela a responsabilidade pela morte do pai, ao alegar que ela teria “tirado a vida de um homem, de um pai maravilhoso, com o seu egoísmo”. “[Ele] passou a justificar sua perseguição como uma forma de justiça pessoal”, completou.

O rapaz ainda pede que Leila lhe mande dinheiro, via Pix, e afirma: “As contas estão chegando e que não temos como pagar a funerária”. Segundo os advogados, há uma tentativa de extorsão emocional e financeira.

O Ministério Público, em um primeiro momento, aceitou a denúncia, mas, na sequência, pediu a interdição do perseguidor e a realização de um teste psicossocial. Por conta dessa situação, ele segue solto. Leila, então, entrou com um recurso para que ele seja preso.