Apesar do amargor, fica o orgulho pelo que a Atalanta faz e representa

Os méritos dos Orobici são coletivos e além das quatro linhas – algo que se reforçou nessa quarta (12/8)

atualizado 13/08/2020 10:58

Gasperini e o escudo da AtalantaNicolò Campo/Getty Images

A Atalanta se despede de sua epopeia na Champions League. O final não cumpriu o sonho imaginado pelos bergamascos, com a virada dramática do Paris Saint-Germain nos acréscimos em Lisboa. Nada que apague, porém, a boa atuação da equipe de Gian Piero Gasperini e toda a longa caminhada que este ápice na competição continental representa.

A Dea coloca um ponto final amargo nessa história, mas sabe que estará novamente no torneio em 2020/21, dando a impressão de que poderá repetir as boas campanhas. Ainda que possua um grande mentor, os méritos dos Orobici são coletivos e além das quatro linhas – algo que se reforçou nessa quarta (12/8).

As virtudes da Atalanta ficaram expressas no Estádio da Luz, sobretudo durante o primeiro tempo. A marcação agressiva dificultou muito ao Paris Saint-Germain e as únicas preocupações dos italianos nos 45 minutos iniciais se concentraram em Neymar. Além do mais, foi o time que os torcedores bergamascos estão acostumados a ver no ataque: veloz em suas transições, muito organizado, aproveitando as aparições dos homens que chegam de trás e explorando a amplitude do campo. O trabalho com a bola é excepcional, sobretudo pela maneira como a Dea busca o gol com coragem. Mas é sem ela que tamanha potência se complementa.

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