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Esportes

"Foi orgia": amigo de Robinho defende ex-jogador e nega estupro

Em entrevista ao Uol, Clayton Florêncio dos Santos, conhecido como Claytinho, também confirmou que a vítima consumiu álcool em excesso

04/04/2024 11:34
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Reprodução/ X
Imagem colorida mostra o ex-jogador Robinho, um homem negro de cabelos curtos, vestindo uniforme de presidiário, posando para foto na cadeia - Metrópoles

Um dos envolvidos no caso Robinho, que está preso por participar de um estupro coletivo na Itália em 2013, resolveu quebrar o silêncio e falar sobre o ocorrido. Em entrevista ao Uol, Clayton Florêncio dos Santos, também conhecido como Claytinho, defendeu o ex-jogador e definiu o ocorrido como uma orgia e não um estupro.

Claytinho confirmou que houve sexo com a vítima, uma mulher albanesa. Ele afirmou que achou estranho o fato da moça topar ter relação sexual com mais de um amigo simultaneamente. Clayton revela que conhecia a mulher e que eles conversavam pelas redes sociais há meses.

Ele confirmou que a vítima estava consumindo vodca fornecida pelo grupo e que, ao final da noite, ela passou mal e chegou a vomitar pela grande quantidade de álcool ingerida.

“Ela começou a chorar porque estava passando mal: ‘Pô, estou passando mal, tenho que falar com as minhas amigas.’ E vomitava”, contou.

Apesar de confirmar o estado etílico da vítima, Claytinho defende que todo o ocorrido foi feito de forma consentida.

“O Robinho não estuprou ninguém. Os amigos do Robinho não estupraram ninguém. Participamos de uma orgia. Com a consciência de todo mundo. Teve gente que conseguiu fazer e teve gente que não”, defendeu.

Além de Clayton, Robinho também estava acompanhado de Fabio Galan, Rudney Gomes e Alex “Bita” Silva. Todos foram denunciado pela promotoria italiana, mas nunca chegaram a ser informados oficialmente pela acusação. Já Ricardo Falco, que também estava presente no dia do crime, foi condenado a 9 anos e aguarda para saber se irá cumprir a pena no Brasil.

Robinho está preso na cadeia de Tremembé, interior de São Paulo, após o Superior Tribunal de Justiça entender que ele deveria cumprir a pena estabelecida pela Justiça da Itália no Brasil. O ex-atacante foi condenado a nove anos de prisão.

O crime ocorreu na madrugada do dia 22 de janeiro de 2013, na Boate Sio Café, em Milão. Uma mulher albanesa, que estava no local festejando seu aniversário de 23 anos,