Deus na Argentina e ídolo na Itália: relembre a carreira de Maradona

Maior jogador da história da Argentina, Maradona morreu nesta quarta-feira (25/11) vítima de uma parada cardiorrespiratória

atualizado 25/11/2020 15:36

Photo by Archivo El Grafico/Getty Images

Um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, Diego Armando Maradona, morreu nesta quarta-feira (25/11), aos 60 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória. Considerado Deus na Argentina e campeão mundial em 1986, o camisa 10 tem passagens marcantes por clubes como Boca Juniors, Barcelona e Napoli.

Formado no Argentino Juniors, pequeno clube da capital Buenos Aires, Maradona apareceu para o mundo em 1981 quando se transferiu para Boca Juniors, onde permaneceu por cerca de um ano na equipe e foi campeão argentino. A passagem curta pelo maior campeão da argentina foi suficiente para chamar a atenção do Barcelona, que o levou para a Catalunha no ano seguinte com status de ídolo.

No entanto, o entorno conturbado que sempre acompanhou a carreira de Maradona, fez com que o astro não se destacasse no clube espanhol, por conta de lesões, drogas e polêmicas fora dos campos. Mesmo assim, a lenda teve algumas atuações de destaque, como na final da Copa do Rei contra o Real Madrid, em 1983, sendo aplaudido de pé pela torcida rival.

A passagem aquém do esperado pela Catalunha levou o craque para o Napoli, da Itália, onde se tornaria o maior jogador da história do clube. Na equipe napolitana o astro viveu o auge de sua carreira, conquistando dois Campeonatos Italianos, uma Copa da Itália e uma Copa da UEFA. Além disso, Maradona formou, ao lado do brasileiro Careca, uma das duplas mais decisivas do futebol mundial.

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Pela seleção argentina, Maradona jogou quatro Copas do Mundo, sendo a primeira em 1982. O auge veio em 1986, onde conseguiu levar a Argentina ao título mundial, na campanha que contou com o famoso episódio de “La Mano de Diós”, nas quartas de final, contra a Inglaterra.

Em 1990, após o perder a final para a Alemanha Ocidental, o craque se envolveu em uma das maiores polêmicas de sua carreira como jogador: foi suspenso por 15 meses, depois de afirmar que a Fifa havia armado a competição daquele ano.

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