
EsportesCopa do Mundo: Trump não deverá ir ao jogo de estreia dos EUA
No lugar de do Presidente dos Estados Unidos, Marco Rubio, secretário de Estado, deverá ser o representante do governo norte-americano

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não deverá comparecer à estreia dos Estados Unidos contra Paraguai, nesta sexta-feira (12/6), às 22h (horário de Brasília), no SoFi Stadium, em Los Angeles. No lugar de Trump, Marco Rubio, secretário de Estado, deverá ser o representante do governo norte-americano.
Também não deverá comparecer no jogo de estreia de seu país, o primeiro-ministro do Canadá Mark Carney, em razão de uma viagem à Europa para reuniões do G7. O jogo acontecerá nesta sexta-feira (12/6), no BMO Field, em Toronto, onde o Canadá enfrenta a Bósnia e Herzegovina.
Apesar da especulação, o republicano norte-americano ainda não confirmou publicamente se comparecerá ao jogo ou não. Em entrevista ao New York Post em maio, o presidente americano disse que não pagaria por um ingresso do evento e criticou os preços.
Vale lembrar que no jogo 3 das finais da NBA entre New York Knicks e San Antonio Spurs, Trumpo foi vaiado pelos torcedores presentes no Madison Square Guarden. Na final do Mundial de Clubes em 2025, quando o Estados Unidos sediou o evento, o Presidente também foi vaiado pelos torcedores.
Abertura fora do estádio
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, abdicou de assistir a abertura da Copa do Mundo diretamente do Estádio Azteca. Tradicionalmente, chefes de estado das anfitriãs do Mundial assistem a cerimônia em camarotes.
A mandatária está acompanhando a partida em um centro esportivo comunitário na Cidade do México. Em vídeo publicado nas redes sociais, Claudia Sheinbaum compartilhou um vídeo ao lado de centenas de pessoas.
Problemas migratórios dos EUA em meio à Copa
Na quarta-feira (10/6), Trump defendeu a política migratória adotada por seu governo ao comentar as críticas sobre os impactos das medidas de controle na realização da Copa do Mundo de 2026.
Segundo ele, o país está empenhado em garantir que “as pessoas certas entrem” em território norte-americano durante o torneio.
A declaração foi feita após a Organização das Nações Unidas (ONU) pedir que os Estados Unidos reavaliem a forma como vêm conduzindo a fiscalização da entrada de estrangeiros às vésperas da competição. O Mundial será disputado nos EUA, além de México e Canadá, e começa nesta quinta-feira (11/6).
Nas semanas que antecedem o torneio, alguns episódios aumentaram o debate sobre o tema. Um deles envolveu o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que, apesar de possuir visto diplomático, foi impedido de entrar nos Estados Unidos. Ele foi submetido a mais de 11 horas de interrogatório por autoridades americanas antes de retornar ao seu país.
Também chamaram atenção os procedimentos de segurança aplicados à delegação do Uzbequistão, que passou por inspeções com detectores de metal e cães farejadores durante a chegada ao país.



