Copa do Mundo: os jogadores que destruíram sonhos do Brasil no torneio

Seleção mais vencedora da história das Copas, o Brasil também coleciona carrascos memoráveis no torneio da Fifa

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1 de 1 zidane-franca-brasil-copa-1998 - Foto: Soccrates Images/Getty Images

Dona de cinco títulos da Copa do Mundo, a Seleção Brasileira é encarada pelos rivais como uma das equipes a serem batidas, independentemente do momento que atravesse. Sendo assim, muitos dos adversários deram tudo de si dentro de campo e se tornaram carrascos históricos da Amarelinha.

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Quem foi Ghiggia, responsável pelo Maracanaço na Copa do Mundo de 1950
Zidane deu show contra o Brasil em 1998.
Paolo Rossi foi carrasco do Brasil na Copa do Mundo de 1982.
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Paolo Rossi foi carrasco do Brasil na Copa do Mundo de 1982.

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Quem foi Ghiggia, responsável pelo Maracanaço na Copa do Mundo de 1950
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Quem foi Ghiggia, responsável pelo Maracanaço na Copa do Mundo de 1950

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Zidane deu show contra o Brasil em 1998.
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Zidane deu show contra o Brasil em 1998.

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Confira os maiores carrascos do Brasil em Copas

Alcides Ghiggia – Copa do Mundo de 1950, no Brasil:

Ao disputar a Copa do Mundo pela primeira vez em casa, a Seleção Brasileira tinha grandes expectativas de conquistar o torneio. A equipe contava com jogadores como Barbosa (goleiro do Vasco), Nilton Santos (lateral-esquerdo do Botafogo), Ademir de Menezes (atacante do Vasco), Baltazar (atacante do Corinthians) e Jair da Rosa Pinto (atacante do Palmeiras).

A Seleção comandada pelo técnico Flávio Costa teve uma campanha sem sustos na primeira fase, com duas vitórias e  um empate. Na etapa final do torneio, o Brasil bateu a Suécia por 7 x 1 e a Espanha por 6 x 1. O título foi decidido contra o Uruguai, no estádio do Maracanã.

Friaça fez o gol brasileiro aos 47 minutos de jogo. No entanto, a festa se transformou em tristeza após Juan Schiaffino empatar o jogo aos 66. Alcides Ghigia, aos 79 minutos, decretou a derrota do Brasil e o triunfo do Uruguai, naquele jogo que ficou conhecido como Maracanazo.

Paolo Rossi – Copa do Mundo de 1982, no México:

Em 1982, o Brasil já era tricampeão mundial e entrava em campo com uma equipe recheada de craques. Com Zico como maestro e outros grandes nomes como Sócrates, Júnior, Cerezo, Éder Aleixo e Paulo Roberto Falcão, a equipe verde e amarela era favorita ao título.

Lembrada até os dias de hoje pelo jogo bonito, a Seleção Brasileira não esperava encontrar a forte Itália pelo caminho. O time de Telê Santana caiu na segunda fase do torneio para os italianos por 3 x 0, com todos os gols marcados por Paolo Rossi, naquela que ficou conhecida como a “Tragédia do Sarriá”.

Claudio Caniggia – Copa do Mundo de 1990, na Itália:

A Seleção Brasileira entrou na disputa da Copa do Mundo com uma equipe sólida, com Taffarel, Mauro Galvão, Dunga, Careca e Muller. Na primeira fase, passou com três vitórias em três jogos e garantiu vaga para a fase seguinte.

Na fase de oitavas de final, os adversários seriam os argentinos, que tinham no elenco Oscar Ruggeri, José Basualdo, Jorge Burruchaga e Diego Maradona. E foram os eternos rivais que levaram a melhor. Aos 80 minutos, Maradona iniciou a jogada e passou para Claudio Caniggia, que driblou Taffarel e decretou a eliminação precoce do Brasil.

Zinedine Zidane – Copa do Mundo de 1998, na França:

Atual campeã mundial, a Seleção Brasileira chegava à Copa do Mundo de 1998 com favoritismo para o pentacampeonato. Com uma grande campanha durante o torneio, o destino reservou a equipe da França, dona da casa, como adversária da decisão.

Horas antes da partida, Ronaldo Fenômeno, principal nome da equipe, passou mal e não disputaria aquele jogo. Contudo, ele pediu ao técnico Zagallo para que pudesse estar em campo. Mesmo com a equipe brasileira completa, o que se viu foi um passeio da França, com 3 x 0 no placar e show de Zinedine Zidane, que balançou as redes duas vezes.

Miroslav Klose – Copa do Mundo de 2014, no Brasil:

Em 2014, a Seleção Brasileira disputava mais uma Copa do Mundo em casa. Apesar deste fato, a campanha era mediana, com desempenho abaixo do esperado, especialmente diante de Chile e Colômbia no mata-mata. Mesmo assim, havia o sentimento de esperança por um bom jogo contra a Alemanha, grande favorita ao título.

Entretanto, o que se viu dentro de campo foi um passeio alemão. Com o placar adverso de 7 x 1, o Brasil foi eliminado do torneio, com um dos gols marcado por Klose. O atacante se tornou o maior artilheiro de todas as edições da Copa do Mundo Masculina, com 16 gols, ao ultrapassar Ronaldo.

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