Conselho do São Paulo se posiciona contra impeachment de Casares

O Conselho Consultivo do São Paulo realizou uma reunião nesta terça-feira (6/1) e não recomendou o impeachment do atual presidente do clube

atualizado

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Reprodução/São Paulo TV
Julio Casares
1 de 1 Julio Casares - Foto: Reprodução/São Paulo TV

O Conselho Consultivo do São Paulo realizou uma reunião nesta terça-feira (6/1) e não recomendou o impeachment do atual presidente do clube, Julio Casares. Vale ressaltar que o grupo é  formado por ex-presidentes do Tricolor e demais integrantes do Conselho Deliberativo.

Dos 12 conselheiros, apenas nove estiveram presentes, foram eles: Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, Carlos Miguel Aidar, Ives Gandra, José Eduardo Mesquita Pimenta, Paulo Amaral, Marcelo Pupo, Olten Ayres, José Carlos Ferreira Alves. Além deles, a reunião também contou com a presença do próprio Julio Casares.

O processo de impeachment, agora, passará pelo Conselho Deliberativo, que tem até o dia 6 de fevereiro para se reunir. Em nota, o Conselho Consultivo alegou falta de provas materiais contra o mandatário.

Confira o comunicado na íntegra:

São Paulo, 06 de janeiro de 2026

O Conselho Consultivo do SPFC, após examinar o pedido de “impeachment” do Presidente do Clube encaminhado pelo Conselho Deliberativo e subscrito por 57 conselheiros e duas notícias do UOL, após a oitiva do Presidente Júlio Casares, por maioria de votos decidiu que:

1 – As acusações carecem de provas materiais, especificamente contra o Presidente, que alegou inocência.

2 – O Secretário Geral do Conselho, em seu livro “O impeachment na Constituição de 1988” – Edição Cejup – Belém do Pará – 1992¹ mostrou através do uso deste Instituto no Brasil e no exterior, que a decisão do Colegiado (parlamento), quando o utiliza, tem uma base jurídica inicial, mas sua decisão final é política, ou seja, se tem a pessoa acusada condições ou não de continuar dirigindo o País, a unidade federativa provincial ou municipal sob sua condução.
 
3 – Não obstante a gravidade do momento, diante da inexistência de prova material ou de comportamento que já não tenha sido, habitualmente, utilizado na direção do Clube, entende que, do ponto de vista estritamente jurídico, não há elementos de prova material para justificar um parecer favorável ao impeachment presidencial.

José Eduardo Mesquita Pimenta

Presidente do Conselho Consultivo”

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