Capitão do penta, Cafu aponta favoritos para a Copa do Mundo. Confira
Cafu acredita na força da Seleção para a Copa do Mundo, elogia trabalho de Ancelotti e projeta campanha entre as melhores do torneio

A Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (11/6), e o Brasil inicia a caminhada rumo ao hexa em um cenário cercado por desconfiança. Entre campanhas negativas e cobranças da torcida, a Seleção tenta recuperar o protagonismo. Porém, para o capitão do penta, Cafu, o momento não apaga o potencial da equipe nem a força da camisa brasileira.
“Vejo o Brasil entre os candidatos ao título. Não será fácil, porque o nível dos nossos rivais é extremamente alto, mas acredito que, com Carlo Ancelotti e o potencial do nosso elenco, a Seleção tem tudo para chegar pelo menos às semifinais. E quando o Brasil chega às semifinais, tudo pode acontecer”, disse o ex-jogador no jornal italiano La Gazzetta dello Sport.
O ex-lateral acredita que a disputa pelo troféu será uma das mais equilibradas dos últimos anos. Ainda assim, vê o Brasil ocupando um lugar de destaque entre os favoritos.
“A Argentina continua sendo uma equipe altamente competitiva, a França tem uma qualidade extraordinária em todos os setores, e até mesmo seleções como Espanha, Inglaterra e Alemanha podem ter um papel de destaque. Mas quando se trata da Copa do Mundo, o Brasil deve sempre ser considerado um dos favoritos”, opinou.
Na avaliação de Cafu, a Seleção tem um elenco capaz de competir com qualquer potência do torneio. O desafio, segundo ele, será transformar talento em força coletiva.
“Temos jovens jogadores muito talentosos e jogadores que já se consolidaram nos mais altos níveis europeus. Se conseguirmos criar o espírito de equipe certo, poderemos ser uma das seleções mais difíceis de enfrentar”, afirmou.
O pentacampeão também apontou Ancelotti como uma das principais armas brasileiras para a Copa. Para ele, o italiano pode ajudar a equipe a recuperar confiança sem abrir mão de suas características.
“Ancelotti traz serenidade e liderança. O Brasil precisa reencontrar sua confiança e identidade, sem sacrificar a criatividade que sempre caracterizou o nosso futebol”, concluiu.










