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Esportes

Boto fala em mudança de patamar e prevê retorno de astro ao Flamengo

Diretor afirma que clube passou a disputar atletas que atuam na Europa e busca se firmar entre potências globais do futebol

17/12/2025 12:59
Gilvan de Souza/Flamengo
Imagem colorida de José Boto, do Flamengo- Metrópoles

A decisão do Intercontinental contra o Paris Saint-Germain, nesta quarta-feira (17/12), é tratada internamente como um marco do projeto esportivo do Flamengo. Para o diretor esportivo José Boto, o confronto em nível mundial simboliza a mudança de patamar do clube e reflete uma virada de chave na forma como o rubro-negro se posiciona no mercado internacional.

Na avaliação do português, o confronto em nível mundial serve como termômetro do estágio atual do rubro-negro: “É tão importante para os torcedores quanto para o projeto. Permite ver onde estamos, comparando-nos com os melhores times da Europa”, disse o diretor.

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Boto ciritcou como a atuação da arbitragem
Leo Pereira comemora gol pelo Flamengo
José Boto é o diretor de futebol do Flamengo
Flamengo venceu Pyramids por 2 x 0
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Boto ciritcou como a atuação da arbitragem
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Boto ciritcou como a atuação da arbitragem

Marcelo Cortes/CRF
Leo Pereira comemora gol pelo Flamengo
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Mohamed Farag - FIFA/FIFA via Getty Images
José Boto é o diretor de futebol do Flamengo
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José Boto é o diretor de futebol do Flamengo

Reprodução/ Flamengo

À frente do departamento de futebol em 2025, Boto afirmou que as metas esportivas traçadas no início do trabalho já foram cumpridas. Segundo o dirigente, as conquistas recentes deram sustentação ao projeto.

“Já fizemos o mais importante: ganhar o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores. Esse era o objetivo. Agora é hora de dar o toque final”, declarou em entrevista ao jornal espanhol As.

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Boto revelou que uma das primeiras mudanças internas foi romper a ideia de que o Flamengo não conseguiria competir por jogadores que atuam no exterior. Segundo ele, havia uma limitação cultural no clube.

“Quando cheguei, disse que o Flamengo, pelo nome e orçamento, podia competir por alguns jogadores que estão na Europa. Antes, diziam: ‘Nem vamos tentar’. Acreditava-se que os melhores preferiam Napoli, Benfica ou Sporting ao Flamengo”, afirmou.

Além disso, ao projetar os próximos anos, Boto citou um retorno que tem forte apelo simbólico para a torcida: o de Vinícius Junior. Para o diretor, a ligação construída no início da carreira pesa nesse tipo de decisão: “Quem vive o Flamengo cria um amor e uma paixão para a vida toda. Vai chegar o momento em que ele vai querer voltar. Isso é certo”, concluiu.