Além de Rossi, outros argentinos buscaram cidadania brasileira; veja

Naturalização de atletas estrangeiros no futebol brasileiro é comum e argentinos figuram entre os principais casos

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Foto colorida de Augustín Rossi, goleiro do Flamengo - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de Augustín Rossi, goleiro do Flamengo - Metrópoles - Foto: Riquelve Nata/Sports Press Photo/Getty Images

O goleiro Agustín Rossi, do Flamengo, iniciou o processo para obter a cidadania brasileira. O argentino, que chegou ao país em 2023, segue um caminho já trilhado por outros compatriotas que se naturalizaram brasileiros após criarem laços pessoais e profissionais no futebol nacional.

A decisão de Rossi foi confirmada por pessoas próximas ao jogador, que destacam o vínculo e a identificação dele com o país. O processo de naturalização segue os trâmites da Lei de Migração, que prevê a concessão de cidadania a estrangeiros com tempo mínimo de residência e ficha criminal limpa.

A naturalização pode trazer vantagens práticas para jogadores estrangeiros, como a liberação de vagas para atletas de fora do país e maior estabilidade contratual.

Essa não é a primeira vez que um jogador argentino demonstra interesse em se tornar brasileiro. Em 1976, Narciso Doval, ídolo de Flamengo e Fluminense, oficializou sua naturalização após anos vivendo no Rio de Janeiro. O atacante, que chegou a viajar e torcer pela seleção brasileira na Copa do Mundo de 1982, tornou-se um símbolo de integração entre os dois países.

Outro nome marcante é o de Andrés D’Alessandro, ex-meia do Internacional. Radicado em Porto Alegre desde 2008, ele concluiu o processo em 2020, alegando gratidão ao Brasil, onde construiu família e carreira. Seu compatriota Víctor Cuesta, também ex-Inter, seguiu caminho semelhante e obteve a cidadania em 2022, quando atuava pelo Botafogo.

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D'Alessandro fez o segundo gol da partida
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Rossi, goleiro do Flamengo.
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Rossi, goleiro do Flamengo.

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D'Alessandro fez o segundo gol da partida

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LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

Há ainda casos mais antigos, como o de Adolpho “Russo” Milman, nascido na província argentina de Entre Ríos em 1915. O atacante se mudou ainda jovem para o Rio Grande do Sul e chegou a defender o Fluminense. Com o passaporte brasileiro, foi convocado para a Seleção nos anos 1940.

Atualmente, outro argentino pode se juntar à lista: Walter Kannemann, zagueiro do Grêmio desde 2016, deu entrada no pedido de naturalização em 2024. Segundo o clube, o defensor manifestou o desejo de permanecer no Brasil mesmo após encerrar a carreira.

 

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