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Veja os livros que inspiram a trama de Bom Sucesso, novo hit da Globo

Novela protagonizada por Grazi Massafera e Antonio Fagundes tem o mundo da literatura como pano de fundo

22/09/2019 05:30
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Victor Pollak/TV Globo/Divulgação
Veja os livros que inspiram a trama de Bom Sucesso, novo hit da Globo

Bom Sucesso, novela das 7 da Rede Globo e sucesso na faixa de horário, tem chamado a atenção do público por ter a literatura como pano de fundo. Os personagens principais, a costureira Paloma (Grazi Massafera) e o editor Alberto (Antonio Fagundes), vivem conversando sobre livros e autores de épocas variadas, com predileção por clássicos brasileiros e internacionais.

Outro dia, um papo entre os dois sobre Dom Casmurro acabou impulsionando debate on-line sobre o clássico de Machado de Assis no Twitter – o título da obra parou nos Trending Topics, relação dos assuntos mais comentados na rede social. No site do Gshow, Fagundes comanda uma espécie de extensão da novela: um podcast sobre literatura.

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Os livros da editora Prado Monteiro: edição especial para a novela

O próprio folhetim, escrito por Rosane Svartman e Paul Halm, é inspirado em livro: A Morte É um Dia que Vale a Pena Viver (2017), não ficção de Ana Claudia Quintana Arantes.

A literatura também se faz presente na cenografia de Bom Sucesso. Capas de vários títulos em domínio público, como As Mil e uma Noites e Alice no País das Maravilhas, foram criadas para o acervo da editora Prado Monteiro, chefiada por Alberto.

Alguns dos principais livros citados em Bom Sucesso:
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<b>A Letra Escarlate (1850), de Nathaniel Hawthorne</b>. O romance do autor norte-americano traz uma das maiores heroínas da literatura. Na Boston conservadora do século 17, Hester Prynne tem uma relação extraconjugal, fica grávida e é forçada a usar a letra A (de adúltera) bordada na roupa. Uma mulher disposta a desafiar os preconceitos e as normas da época retrógrada em que nasceu
<b>Alice no País das Maravilhas (1865), de Lewis Carroll</b>. O clássico surreal do autor inglês é uma das obras mais influentes da fantasia – em qualquer suporte, da literatura ao cinema. Alice entra na toca de um coelho e descobre todo um mundo de maravilhas e criaturas incríveis
<b>Dom Casmurro (1899), de Machado de Assis</b>. A eterna discussão sobre se Capitu traiu ou não Bentinho só confirma a atemporalidade de um dos maiores romances da literatura (brasileira e mundial). Além de provocar debates na internet, o livro também inspira outras obras. <a href="https://www.metropoles.com/entretenimento/literatura/livro-de-autor-de-brasilia-propoe-homenagem-ousada-a-machado-de-assis" target="_blank">O Homem que Odiava Machado de Assis</a>, de José Almeida Junior, sugere, obviamente de ponto de vista ficcional, que Dom Casmurro guarda conexão com a biografia de Machado de Assis
<b>Dom Quixote (1605 e 1615), de Miguel de Cervantes</b>. Considerada pedra fundamental da literatura ocidental, a obra espanhola narra as errâncias de um nobre (Alonso Quixano) fanático por romances de cavalaria e seu fiel escudeiro (Sancho Panza). O caráter canônico do título alcança não só a literatura, mas praticamente todas as artes e o próprio conceito de narrativa
<b>Gabriela, Cravo e Canela (1958), de Jorge Amado</b>. Best-seller e matéria-prima para adaptações no cinema e na TV, o livro volta aos anos 1920, em Ilhéus, para narrar história de amor entre Gabriela e Nacib em meio às transformações culturais e econômicas no município baiano
<b>Peter Pan (1911), de J. M. Barrie</b>. O clássico garoto capaz de voar que não quer crescer é uma das inspirações para o personagem Marcos, interpretado por Rômulo Estrela. No folhetim, ele é um sujeito bon vivant orientado por seus sonhos. A fábula, ambientada na Terra do Nunca, foi publicada pelo autor escocês originalmente como peça de teatro e teve várias adaptações para outras mídias, em especial o cinema
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Peter Pan (1911), de J. M. Barrie. O clássico garoto capaz de voar que não quer crescer é uma das inspirações para o personagem Marcos, interpretado por Rômulo Estrela. No folhetim, ele é um sujeito bon vivant orientado por seus sonhos. A fábula, ambientada na Terra do Nunca, foi publicada pelo autor escocês originalmente como peça de teatro e teve várias adaptações para outras mídias, em especial o cinema

Victor Pollak/TV Globo/Divulgação
<b>A Letra Escarlate (1850), de Nathaniel Hawthorne</b>. O romance do autor norte-americano traz uma das maiores heroínas da literatura. Na Boston conservadora do século 17, Hester Prynne tem uma relação extraconjugal, fica grávida e é forçada a usar a letra A (de adúltera) bordada na roupa. Uma mulher disposta a desafiar os preconceitos e as normas da época retrógrada em que nasceu
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A Letra Escarlate (1850), de Nathaniel Hawthorne. O romance do autor norte-americano traz uma das maiores heroínas da literatura. Na Boston conservadora do século 17, Hester Prynne tem uma relação extraconjugal, fica grávida e é forçada a usar a letra A (de adúltera) bordada na roupa. Uma mulher disposta a desafiar os preconceitos e as normas da época retrógrada em que nasceu

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<b>Alice no País das Maravilhas (1865), de Lewis Carroll</b>. O clássico surreal do autor inglês é uma das obras mais influentes da fantasia – em qualquer suporte, da literatura ao cinema. Alice entra na toca de um coelho e descobre todo um mundo de maravilhas e criaturas incríveis
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Alice no País das Maravilhas (1865), de Lewis Carroll. O clássico surreal do autor inglês é uma das obras mais influentes da fantasia – em qualquer suporte, da literatura ao cinema. Alice entra na toca de um coelho e descobre todo um mundo de maravilhas e criaturas incríveis

Victor Pollak/TV Globo/Divulgação
<b>Dom Casmurro (1899), de Machado de Assis</b>. A eterna discussão sobre se Capitu traiu ou não Bentinho só confirma a atemporalidade de um dos maiores romances da literatura (brasileira e mundial). Além de provocar debates na internet, o livro também inspira outras obras. <a href="https://www.metropoles.com/entretenimento/literatura/livro-de-autor-de-brasilia-propoe-homenagem-ousada-a-machado-de-assis" target="_blank">O Homem que Odiava Machado de Assis</a>, de José Almeida Junior, sugere, obviamente de ponto de vista ficcional, que Dom Casmurro guarda conexão com a biografia de Machado de Assis
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Dom Casmurro (1899), de Machado de Assis. A eterna discussão sobre se Capitu traiu ou não Bentinho só confirma a atemporalidade de um dos maiores romances da literatura (brasileira e mundial). Além de provocar debates na internet, o livro também inspira outras obras. O Homem que Odiava Machado de Assis, de José Almeida Junior, sugere, obviamente de ponto de vista ficcional, que Dom Casmurro guarda conexão com a biografia de Machado de Assis

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<b>Dom Quixote (1605 e 1615), de Miguel de Cervantes</b>. Considerada pedra fundamental da literatura ocidental, a obra espanhola narra as errâncias de um nobre (Alonso Quixano) fanático por romances de cavalaria e seu fiel escudeiro (Sancho Panza). O caráter canônico do título alcança não só a literatura, mas praticamente todas as artes e o próprio conceito de narrativa
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Dom Quixote (1605 e 1615), de Miguel de Cervantes. Considerada pedra fundamental da literatura ocidental, a obra espanhola narra as errâncias de um nobre (Alonso Quixano) fanático por romances de cavalaria e seu fiel escudeiro (Sancho Panza). O caráter canônico do título alcança não só a literatura, mas praticamente todas as artes e o próprio conceito de narrativa

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<b>Gabriela, Cravo e Canela (1958), de Jorge Amado</b>. Best-seller e matéria-prima para adaptações no cinema e na TV, o livro volta aos anos 1920, em Ilhéus, para narrar história de amor entre Gabriela e Nacib em meio às transformações culturais e econômicas no município baiano
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Gabriela, Cravo e Canela (1958), de Jorge Amado. Best-seller e matéria-prima para adaptações no cinema e na TV, o livro volta aos anos 1920, em Ilhéus, para narrar história de amor entre Gabriela e Nacib em meio às transformações culturais e econômicas no município baiano

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<b>Metamorfose (1915), de Franz Kafka</b>. Certamente um dos livros mais populares e importantes do século 20, a obra máxima de Kafka mostra os desdobramentos estranhos na vida de Gregor Samsa, jovem que acorda no corpo de um inseto gigante
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Metamorfose (1915), de Franz Kafka. Certamente um dos livros mais populares e importantes do século 20, a obra máxima de Kafka mostra os desdobramentos estranhos na vida de Gregor Samsa, jovem que acorda no corpo de um inseto gigante

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<b>O Mágico de Oz (1900), de L. Frank Baum</b>. O conto de fadas sobre Dorothy, a garota que cai na terra de Oz após um ciclone tirá-la da terra natal, Kansas, virou musical da Broadway e deu origem a um dos filmes mais populares de Hollywood, lançado em 1939
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O Mágico de Oz (1900), de L. Frank Baum. O conto de fadas sobre Dorothy, a garota que cai na terra de Oz após um ciclone tirá-la da terra natal, Kansas, virou musical da Broadway e deu origem a um dos filmes mais populares de Hollywood, lançado em 1939

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<b>O Primo Basílio (1878), de Eça de Queirós</b>. História clássica sobre a decadência da burguesia, o livro narra o caso extraconjugal de Luísa com Basílio, seu primo, após uma viagem prolongada do marido. Juliana, empregada da casa, descobre e passa a chantagear a patroa
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O Primo Basílio (1878), de Eça de Queirós. História clássica sobre a decadência da burguesia, o livro narra o caso extraconjugal de Luísa com Basílio, seu primo, após uma viagem prolongada do marido. Juliana, empregada da casa, descobre e passa a chantagear a patroa

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<b>O Velho e o Mar (1952), de Ernest Hemingway</b>. Trabalho tardio e definidor do mítico autor norte-americano, o livro acompanha os embates de um pescador cubano, Santiago, com um gigantesco marlim. Obra vencedora do Pulitzer e fundamental para a consagração do escritor no Prêmio Nobel de Literatura, em 1954
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O Velho e o Mar (1952), de Ernest Hemingway. Trabalho tardio e definidor do mítico autor norte-americano, o livro acompanha os embates de um pescador cubano, Santiago, com um gigantesco marlim. Obra vencedora do Pulitzer e fundamental para a consagração do escritor no Prêmio Nobel de Literatura, em 1954

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<b>Orfeu da Conceição (1956), de Vinicius de Moraes</b>. O poeta brasileiro relê o mito grego sobre Orfeu, que desce ao Hades (reino dos mortos) para reviver sua amada, Eurídice. Com samba e ambientação em favela, a peça ganhou adaptação no teatro com músicas de Tom Jobim, cenários de Oscar Niemeyer e figurinos de Lila Bôscoli. Em 1959, gerou Orfeu Negro, filme francês vencedor da Palma de Ouro, prêmio máximo do Festival de Cannes, e do Oscar de melhor produção estrangeira
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Orfeu da Conceição (1956), de Vinicius de Moraes. O poeta brasileiro relê o mito grego sobre Orfeu, que desce ao Hades (reino dos mortos) para reviver sua amada, Eurídice. Com samba e ambientação em favela, a peça ganhou adaptação no teatro com músicas de Tom Jobim, cenários de Oscar Niemeyer e figurinos de Lila Bôscoli. Em 1959, gerou Orfeu Negro, filme francês vencedor da Palma de Ouro, prêmio máximo do Festival de Cannes, e do Oscar de melhor produção estrangeira

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<b>Romanceiro da Inconfidência (1953), de Cecília Meireles</b>. A reunião de poemas da escritora forma narrativa épica sobre Tiradentes, mártir da Inconfidência Mineira
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Romanceiro da Inconfidência (1953), de Cecília Meireles. A reunião de poemas da escritora forma narrativa épica sobre Tiradentes, mártir da Inconfidência Mineira

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