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Televisão

Rodrigo Bocardi foi acusado de racismo em 2020. Relembre o caso

Na época, o apresentador Rodrigo Bocardi usou as redes sociais para se justificar sobre a fala apontada como racismo

30/01/2025 21:59, atualizado 30/01/2025 22:12
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Reprodução/Instagram @rodrigobocardi
Foto colorida do apresentador Rodrigo Bocardi - Metrópoles

Após a demissão do jornalista Rodrigo Bocardi da TV Globo, a web relembrou que ele foi acusado de racismo, em 2020, após uma interação ao vivo no programa Bom Dia São Paulo.

O caso ocorreu em fevereiro de 2020, enquanto Bocardi conversava ao vivo com um repórter que fazia uma matéria no clube Pinheiros, na capital paulista.

Rodrigo Bocardi foi acusado de racismo em 2020. Relembre o caso - destaque galeria
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Rodrigo Bocardi apresentou o Carnaval em 2023
Rodrigo Bocardi, apresentador do Bom Dia SP
Rodrigo Bocardi
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Rodrigo Bocardi

Instagram/Reprodução
Rodrigo Bocardi apresentou o Carnaval em 2023
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Rodrigo Bocardi apresentou o Carnaval em 2023

Reprodução/TV Foco
Rodrigo Bocardi, apresentador do Bom Dia SP
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Rodrigo Bocardi, apresentador do Bom Dia SP

Globo/Reprodução
Rodrigo Bocardi
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Rodrigo Bocardi

Reprodução/TV Globo

Na ocasião, um jovem relatava que frequentava o clube e foi questionado pelo apresentador se ele ia até o local para “catar as bolinhas na quadra de tênis”. O jovem respondeu na sequência que era atleta no clube.

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O caso repercutiu mal e o jornalista se pronunciou sobre o assunto pouco tempo depois, e pediu desculpas para o jovem.

“Os jogadores de tênis não usam uniformes, mas os pegadores/rebatedores, sim: uma camiseta igual a do Leonel, com quem tive o prazer de conversar hoje. Ao vê-lo com a camiseta que vejo sempre, todos os dias, pegadores/rebatedores de todas as cores de pele, pensei que fosse um deles. Não frequento outras áreas do clube onde outros esportes são praticados e não sabia que a camiseta era parecida”, justificou Bocardi.

Em seguida, ele lembrou da própria trajetória. “Nunca escondi minha origem humilde. Comecei a vida como garoto pobre, contínuo, andando mais de duas horas de ônibus todos os dias para ir e voltar do trabalho e escola. Alguém como eu não pode ter preconceito. Eu não tenho”, garantiu.