A série Emergência Radioativa, da Netflix, relembra o acidente com o césio-137 em Goiânia, em 1987. Quase quatro décadas depois, os rejeitos seguem ativos e só devem atingir níveis seguros em cerca de 300 anos, por volta de 2287.
Reprodução/Agência Internacional de Energia Atómica
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Johnny Massaro vive o protagonista Márcio en Emergência Radioativa
Yoshioka/Netflix
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Johnny Massaro em Emergência Radioativa
Divulgação/Netflix
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Bukassa Kabengele como Evanildo
Divulgação/Netflix
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Demolição do Ferro Velho onde cápsula de Césio-137 foi aberta pela 1ª vez
Reprodução/Agência Internacional de Energia Atómica
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Johnny Massaro em Emergência Radioativa, nova minissérie da Netflix
Reprodução/Instagram
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Clarissa Kiste e Paulo Gorgulho também estão no elenco de Emergência Radioativa
Divulgação/Netflix
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Devair Alves Ferreira
Reprodução/TV Globo
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Leide das Neves Ferreira, uma das mais marcantes vítimas do Césio-137
Divulgação
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Estádio Olímpico foi utilizado como ponto de triagem durante a tragédia do Césio-137 em Goiânia
Cnen
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Caso de furto de césio-137 em Minas Gerais
Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)/Reprodução
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Milhares de pessoas precisaram medir seus níveis de radioatividade
Reprodução/ Livro Césio 137 - 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia
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Manejo do recipiente com Césio-137 na Vigilância Sanitária
Reprodução/ Livro Césio 137 - 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia
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Radiolesão provocada pelo Césio-137 em Goiânia
Reprodução/ Livro Césio 137 - 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia
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Luiza Odete mostra cicatrizes deixadas pelo contato com Césio-137
Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
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Geraldo Guilherme da Silva Pontes apresenta cicatrizes provocadas pela exposição ao Césio-137
Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
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Lourdes das Neves Ferreira, hoje com 74 anos
Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Após o episódio, cerca de seis mil toneladas de rejeitos foram levadas para Abadia de Goiás em 25 de outubro de 1987. O material ficou inicialmente em um depósito provisório a céu aberto, armazenado em tambores, caixas e contêineres.
A destinação gerou impasse nacional. Após protestos, o governo decidiu manter os rejeitos em Goiás e criou, em 1989, o Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste. Em 1991, teve início a construção do depósito definitivo.
O aterro permanente foi inaugurado em 5 de junho de 1997, com estrutura de concreto e camadas de proteção contra infiltração. Parte do material tem baixa radioatividade, mas todo o conjunto deve perder o poder radioativo em cerca de 300 anos, segundo o Governo de Goiás.