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Televisão

Netflix e criadores de Stranger Things são processados por plágio

A Irish Rover Entertainment afirma que Stranger Things é plágio de um roteiro intitulado Totem, e alega violação de direitos autorais

Juliana Barbosa17/07/2020 11:15
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Netflix/Divulgação
Netflix e criadores de Stranger Things são processados por plágio

A plataforma de streaming Netflix e os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série Stranger Things, estão sendo processados por uma empresa que afirma ser responsável pela ideia original do projeto.

Segundo o processo, aberto nessa quinta-feira (16/7) na Califórnia, a Irish Rover Entertainment afirma que Stranger Things é plágio de um roteiro intitulado Totem. A empresa alega violação de direitos autorais e danos que não foram especificados.

O script foi escrito por Jeffrey Kennedy e tem “enredo, sequência, personagens, tema, diálogo, humor e cenário, bem como arte conceitual, com direitos autorais”, segundo cita o processo.
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Entrentato, a Netflix ainda não liberou uma data para o lançamento da sequência
As três temporadas anteriores estão disponíveis na Netflix
Agora, a plataforma e os criadores da trama são acusados de plágio e violação de direitos autorais
David Harbour
Pôster de Stranger Things 3, a terceira temporada da série
Stranger
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Entrentato, a Netflix ainda não liberou uma data para o lançamento da sequência
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Entrentato, a Netflix ainda não liberou uma data para o lançamento da sequência

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As três temporadas anteriores estão disponíveis na Netflix
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As três temporadas anteriores estão disponíveis na Netflix

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Agora, a plataforma e os criadores da trama são acusados de plágio e violação de direitos autorais
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Agora, a plataforma e os criadores da trama são acusados de plágio e violação de direitos autorais

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Reprodução/Netflix
Pôster de Stranger Things 3, a terceira temporada da série
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Pôster de Stranger Things 3, a terceira temporada da série

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A ação diz que Totem e a série da Netflix estão conectadas por um home chamado Aaron Sims, que trabalhou com Kennedy durante o desenvolvimento. Segundo o processo, Sims foi contratado para criar a arte conceitual para as primeiras temporadas de Stranger Things, enquanto Kennedy afirma que teve a ideia para Totem após a morte do amigo de infância, Clint Osthimer, que sofria de epilepsia.

“Durante a infância, na zona rural de Indiana, ele e Kennedy lidaram com a ameaça constante do ‘demônio pessoal’ de Osthimer, a epilepsia, que criava ‘chuvas de raios’ em seu cérebro. Essas pancadas de raios ou convulsões o mandariam para um plano sobrenatural alternativo onde o demônio residia”, diz a ação.

Comparações

O processo ainda mostra comparações entre Totem e Stranger Things, uma das séries mais assistidas da Netflix.

“Em Totem, um dos personagens é uma garotinha chamada Kimimela, ou Kimi, que tem poderes sobrenaturais. Kimimela ajuda seus amigos a encontrar o portal para um plano sobrenatural alternativo e a combater seus habitantes, um espírito sombrio chamado Azrael e seu exército de Blackwolf”, afirma a Irish Rover Entertainment.

“Em Stranger Things, uma das personagens é uma menina chamado Eleven ou El, que tem poderes sobrenaturais. Eleven ajuda seus amigos a encontrar o portão do portal para um plano sobrenatural alternativo e os ajuda a combater os habitantes, um monstro das sombras e seu exército de Demogorgon”, compara a empresa.

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