Milhares de fãs prestam homenagem em velório de Gugu Liberato

Por volta do meio dia, a fila de curiosos dava a volta no quarteirão com cerca de 1500 pessoas esperando o momento de homenagear o famoso

atualizado 28/11/2019 17:56

Francisco Cepeda/AgNews

São Paulo – O velório de Gugu Liberato, realizado nesta quinta-feira (28/11/2019), no Salão Principal do prédio da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), recebeu milhares de fãs do apresentador. Por volta do meio dia, a fila de curiosos dava a volta no quarteirão e chegou a ter 1500 pessoas esperando o momento de homenagear, pela última vez, o ídolo da TV brasileira.

De acordo com a organização da cerimônia, de 600 a 800 pessoas passavam pelo caixão do apresentador por hora. Até às 18h, cerca de 5 mil fãs já tinha dado adeus a Gugu Liberato.

Nem a chuva ininterrupta desanimou os fãs, que chegaram ao local ainda durante a madrugada para garantir um instante em frente ao corpo do Gugu. Cada pessoa teve entre 30 a 40 segundos para as manifestações de despedida, que variavam de orações a selfies diante do caixão. Ambulantes aproveitaram a multidão para vender fotos, faixas e santinhos de Gugu ao preço de R$ 10. “Olha a lembrancinha!”, gritavam os vendedores.

Família e amigos

O corpo de Gugu chegou ao local perto das 10h e, num primeiro momento, a cerimônia foi fechada para a família e amigos próximos do apresentador. Os filhos dele, João Augusto e as gêmeas Marina e Sofia Liberato, estavam muito emocionados.

A esposa do apresentador, Rose Miriam, foi amparada pela assessora de imprensa Esther Rocha. A mãe de Gugu, Dona Maria do Céu, também chegou cedo ao local.

Fotos da chegada da família de Gugu Liberato:

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Morte Gugu

Gugu Liberato, uma das mais importantes figuras da televisão brasileira, morreu aos 60 anos, após sofrer um acidente doméstico. O apresentador caiu de uma altura de quatro metros ao tentar consertar um aparelho de ar-condicionado, na residência de Orlando, nos Estados Unidos.

Encaminhado para um hospital da cidade, ficou em observação por 48 horas. A morte cerebral foi confirmada pelo médico Guilherme Lepski, neurocirurgião brasileiro chamado pela família para ir aos EUA.

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