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Nos anos 1980, o politicamente correto não era o forte das produções televisivas. A nudez aparecia livremente. As capas de discos das trilhas sonoras de novelas usavam e abusavam de fotos sensuais, para não dizer explícitas. Algumas, inclusive, pareciam feitas para fitas pornôs – um artigo jurássico das eras pré-XVideos.

Um exemplo disso é a capa do disco de “Um Sonho A Mais” (foto principal), escrita por Daniel Más, que era exibida às 19h no ano de 1985. Contou com Marco Nanini, Edson Celulari, Cissa Guimarães e outros nomes de peso. Na trama, Ney Latorraca foge das acusações de assassinato assumindo diversas personalidades.

Nos tempos atuais, as capas de discos enfrentariam dois problemas. Primeiro, quem ainda compra discos? Segundo, o uso da nudez feminina como isca para atrair consumidores é debate constante de militantes feministas, que apontam nessa prática uma reprodução de preceitos machistas.

Confira algumas capas de discos que causariam rebuliço nos dias atuais:

 

 

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