Caso Evandro: série traz fotos reais e detalhes inéditos; veja

Após 34 anos, o caso do assassinato de Evandro Ramos Caetano, de 6 anos, foi encerrado sem que o autor do crime fosse identificado

atualizado

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Cena retirada do documentário O Caso Evandro
1 de 1 Cena retirada do documentário O Caso Evandro - Foto: Reprodução/Globoplay

Investigações do podcaster Ivan Mizanzuk trouxe à tona registros reais que ajudaram a recontar um dos crimes mais emblemáticos do país. O conteúdo reacendeu o interesse público pela história, encerrada nessa terça-feira (31/3) pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão manteve o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu a inocência dos quatro ex-condenados. Com o trânsito em julgado, o processo foi encerrado e não cabe mais recurso, mesmo sem a identificação do autor do crime.

Veja fotos reais do caso Evandro:

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Enterro do menino Evandro, morto em Guaratuba (PR)
Acusados pelo assassinato de Evandro. Caso foi encerrado após 34 anos sem solução
Evandro desapareceu aos seis anos de idade em 1992
Matéia jornalística relaciona Caso Evandro à ritual de bruxaria
Celina e Beatriz Abagge foram nomeadas bruxas de Guaratuba após acusação de ritual de magia
O caso Evandro ficou conhecido por todo país na década de 1990 e foi retomado após série e podcast sobre o crime
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O caso Evandro ficou conhecido por todo país na década de 1990 e foi retomado após série e podcast sobre o crime

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Enterro do menino Evandro, morto em Guaratuba (PR)
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Enterro do menino Evandro, morto em Guaratuba (PR)

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Acusados pelo assassinato de Evandro. Caso foi encerrado após 34 anos sem solução
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Acusados pelo assassinato de Evandro. Caso foi encerrado após 34 anos sem solução

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Evandro desapareceu aos seis anos de idade em 1992
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Evandro desapareceu aos seis anos de idade em 1992

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Matéia jornalística relaciona Caso Evandro à ritual de bruxaria
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Matéia jornalística relaciona Caso Evandro à ritual de bruxaria

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Celina e Beatriz Abagge foram nomeadas bruxas de Guaratuba após acusação de ritual de magia
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Celina e Beatriz Abagge foram nomeadas bruxas de Guaratuba após acusação de ritual de magia

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Pai de Evandro dá entrevistá à TV após morte do filho
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Pai de Evandro dá entrevistá à TV após morte do filho

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Aldo Abaggi ao lado de Oswaldo Marceneiro, acusado de comandar ritual que teria sacrificado criança
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Aldo Abaggi ao lado de Oswaldo Marceneiro, acusado de comandar ritual que teria sacrificado criança

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Buscas ao corpo de Evandro, em 1992
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Buscas ao corpo de Evandro, em 1992

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Leandoro Bossi, outra cirança desaparecida na região de Guaratuba, junto da família
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Leandoro Bossi, outra cirança desaparecida na região de Guaratuba, junto da família

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Celina e Beatriz Abagge, condenadas e posteriormente inocentadas pelo assassinato de Evandro
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Celina e Beatriz Abagge, condenadas e posteriormente inocentadas pelo assassinato de Evandro

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A repercussão ganhou força em 2020 com o podcast Projeto Humanos, do jornalista Ivan Mizanzuk, que revelou fitas comprovando que os réus foram torturados para confessar o crime. Após décadas do crime, o material foi determinante para a reviravolta no caso e influenciou decisões da Justiça.

Posteriormente, a história foi retratada na série O Caso Evandro, do Globoplay, que também reuniu registros inéditos, como fotos e arquivos da época, ampliando o debate público sobre falhas nas investigações.

Caso Evandro

O assassinato de Evandro Ramos Caetano, de 6 anos, ocorreu em 1992, em Guaratuba (PR). O corpo foi encontrado em um matagal, com sinais de extrema violência. Ao longo de 34 anos, o caso passou por cinco julgamentos e diferentes versões.

Na época do crime, Beatriz Abagge e a mãe dela, Celina Abagge, então primeira-dama e filha do prefeito da cidade, foram apontadas como envolvidas em um suposto ritual. A teoria fez com que ficassem conhecidas como “as bruxas de Guaratuba”.

Celina Abagge teve o crime prescrito em 2011, devido à idade. Agora, a Justiça também reconheceu a inocência de Osvaldo Marcineiro, Davi dos Santos Soares, Beatriz Abagge e Vicente de Paula Ferreira, que morreu no presídio em 2011. O verdadeiro assassino nunca foi descoberto.

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