Caso Eloá: como está Nayara Silva, a refém que sobreviveu ao crime

Um dos crimes de cárcere privado que mais chocou o Brasil, o caso Eloá foi relembrado em um novo documentário lançado pela Netflix

atualizado

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Nayara Silva e Eloá Pimentel
1 de 1 Nayara Silva e Eloá Pimentel - Foto: Reprodução

Um dos crimes que mais marcou o Brasil durante os anos 2000 voltou à memória dos internautas nesta quarta-feira (12/11) após o lançamento do documentário Caso Eloá: Refém ao Vivo, que explora detalhes do sequestro de Eloá Pimentel em 2008.

A produção da Netflix contou com depoimentos inéditos dos pais, irmãos e melhores amigos da vítima, morta a tiros. Uma das figuras mais importantes do caso, Nayara Rodrigues, no entanto, não aparece na obra.

A melhor amiga da jovem de 15 anos assassinada também foi mantida em cárcere privado por Lindemberg Alves durante os quatro dias do sequestro, amplamente acompanhados pela imprensa da época.

A adolescente foi profundamente marcada pelo caso: Nayara estava presente quando Eloá foi morta e também foi atingida por um disparo do assassino, que hoje cumpre pena em Tremembé.

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Nayara Silva no Mais Você em 2008
Nayara Silva e Eloá Pimentel
Nayara Silva e Eloá Pimentel
Caso Eloá: Refém ao vivo
Caso Eloá: Refém ao vivo
Nayara Rodrigues após sair do hospital em 2008
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Nayara Rodrigues após sair do hospital em 2008

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Eloá Pimentel
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Caso Eloá: Refém ao vivo

Hoje, Nayara leva uma vida reservada e raramente aparece em entrevistas. Uma das últimas aparições públicas da jovem foi em 2012, quando ela participou das audiências de julgamento de Lindemberg, condenado a 98 anos de prisão.

Segundo parentes e conhecidos nas redes sociais, a vítima se formou em engenharia e continua morando no ABC paulista. Em 2018, Nayara foi indenizada em R$ 150 mil pela Justiça de São Paulo, que reconheceu a falha dos policiais militares ao permitir que ela voltasse ao cativeiro mesmo após já ter sido liberada pelo sequestrador.

Após quatro dias, Lindemberg atingiu Eloá com um tiro na cabeça e Nayara com um disparo na boca. Ambas foram resgatadas pela polícia militar e passaram por atendimento, mas Eloá não resistiu. A vítima fatal não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado por morte cerebral.

Em entrevista ao Fantástico em 2008, Nayara deixou claro que quando os policiais invadiram o imóvel onde as jovens estão presas, o assassino ainda não havia atirado. “Às vezes eu me sinto conformada com o que aconteceu com ela, mas as vezes parece que não entra na minha cabeça. Não tem um motivo. Por que aconteceu isso com ela?”, desabafou à época

Por que Nayara não aparece no documentário da Netflix?

Em entrevista ao Metrópoles, a diretora Cris Ghattas e a produtora Veronica Stumpf, do documentário Caso: Elóa, da Netflix, explicaram o motivo da ausência de Nayara. Para elas, o crime permanece como uma ferida aberta na vida da vítima.

“Acredito que ela ainda carrega uma ferida. Esse assunto continua muito sensível para ela, e nós respeitamos”, explicou a diretora.“Nós convidamos e procuramos todas as pessoas que estiveram [envolvidas no caso], mas a Nayara preferiu não participar”, completou.

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