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Música

Morre Marcelo Yuka, um dos fundadores do grupo O Rappa

Baterista tinha 53 anos e tentava se recuperar de um AVC que sofreu em janeiro

19/01/2019 08:17, atualizado 19/01/2019 11:44
Divulgação
Morre Marcelo Yuka, um dos fundadores do grupo O Rappa

Um dos fundadores do grupo O Rappa, o compositor Marcelo Yuka morreu no fim da noite desta sexta-feira (18/1). O músico tinha 53 anos e lutava contra complicações de um AVC sofrido em janeiro – ele já havia tido um outro acidente vascular-cerebral em agosto de 2018. O artista estava internado em estado grave no hospital Quinta D’Or, zona norte do Rio de Janeiro, e teve infecção generalizada.

Marcelo Yuka ficou paraplégico em 2000, depois de levar nove tiros ao tentar impedir que bandidos roubassem o carro de uma mulher, na Tijuca.

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Após deixar o grupo liderado por Falcão, Yuka passou a produzir discos de vários outros artistas
O músico nunca largou o engajamento social
E participava intensamente de diversos movimentos por igualdade racial e de classes
Yuka tinha 53 anos
Marcelo Yuka, em 1994, em show no Circo Voador, ainda com O Rappa
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Marcelo Yuka, em 1994, em show no Circo Voador, ainda com O Rappa

Facebook/Reprodução
Após deixar o grupo liderado por Falcão, Yuka passou a produzir discos de vários outros artistas
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Após deixar o grupo liderado por Falcão, Yuka passou a produzir discos de vários outros artistas

Facebook/Reprodução
O músico nunca largou o engajamento social
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O músico nunca largou o engajamento social

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E participava intensamente de diversos movimentos por igualdade racial e de classes
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E participava intensamente de diversos movimentos por igualdade racial e de classes

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Yuka tinha 53 anos
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Yuka tinha 53 anos

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É de autoria de Marcelo Yuka os principais sucesso de O Rappa: Pescador de Ilusões, A Feira, Minha Alma (A Paz que Eu Não Quero), O Que Sobrou do Céu, entre outras canções. Em 2001, o músico deixou a banda alegando divergências com os demais integrantes. Em seguida, formou outro grupo, o F.U.R.T.O (sigla para Frente Urbana de Trabalhos Organizados), no qual continuou explorando suas letras bem elaboradas e sociopolíticas.

Somente em janeiro de 2017 o artista lançou seu primeiro álbum solo, intitulado Canções Para Depois do Ódio. O disco quebrou um jejum de 11 anos e apresentou uma nova fase do artista, com batidas eletrônicas. O CD traz composições em parcerias com nomes como Céu, Black Alien, Seu Jorge, Bukassa Kabengele e outros convidados.

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