Ex-CEO do Grammy revela discriminações racial e sexual no prêmio

Deborah Dugan alegou que artistas de rap eram marginalizados e apontou um "clube dos meninos" entre os votantes

atualizado 22/01/2020 21:55

Bryan Bedder/Getty Images

Deborah Dugan, ex-presidente e CEO da Academia Nacional de Artes de Gravação, fez importantes revelações e acusação sobre a instituição que comanda o Grammy Awards.

Ela, que foi demitida de seu emprego no início desta semana, alegou que a instituição e seu principal evento, o Grammy Awards, estão repletos de questões profundas, incluindo corrupção, encobrimento casos de estupro e má conduta sexual e uma mentalidade avassaladora de “clube dos meninos”.

Debora Dugan foi além e acusou o Grammy de promover uma cultura de discriminação racial, marginalizando artistas do rap e do R&B.

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