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Artes Plásticas

"Brasília existiria sem Mondrian?", provoca curador da mostra no CCBB

Em bate-papo, Pieter Tjabbes falará sobre o neoplasticismo e as influências do movimento europeu no modernismo brasileiro. O evento ocorre na segunda-feira (6/6), às 19h30

04/06/2016 06:02
Helio Montferre/Divulgação
“Brasília existiria sem Mondrian?”, provoca curador da mostra no CCBB

Os artistas do movimento De Stijl, criado na Holanda durante o início do século 20, tinham como objetivo criar uma estética que fugisse dos elementos ornamentais (considerados supérfluos), prezassem pela simplicidade e aparentassem ser mais simples. Além disso, a arte – para eles – deveria escapar aos quadros para invadir a arquitetura e os objetos de mobiliário.

Esse pensamento se alastrou por toda a Europa e influenciou o modernismo propagado pelo resto do mundo. Por isso, o curador da exposição “Mondrian e o Movimento De Stijl”, Pieter Tjabbes, acredita que Brasília não seria a mesma sem os artistas holandeses.

O assunto será tema de bate-papo promovido pelo curador no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), instituição que abriga a exposição de Mondrian. O evento, aberto ao público geral, está marcado para ocorrer na segunda-feira (6/6), às 19h30.

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Vale também ir até o local para dar uma volta na exposição, levar as crianças para conhecer atrações voltadas para o público mirim e verificar as novas cores do Pavilhão de Vidro, que ficam ainda mais bonitas à noite.

Dia 6/6 (segunda), às 19h30. Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, 3108-7600). Entrada franca. Classificação indicativa livre. Haverá distribuição de senhas, que devem ser retiradas com uma hora de antecedência na bilheteria do CCBB.

"Brasília existiria sem Mondrian?", provoca curador da mostra no CCBB