Gabriel Leone destaca crítica velada em O Agente Secreto
Ator disparou que a premiação do Oscar de 2026 não é e nunca foi prioridade do elenco comandado por Kleber Mendonça Filho

Gabriel Leone mergulhou na história recente do país para viver um dos papéis mais intensos de sua carreira. Na última terça-feira (28/10), o ator participou da coletiva de imprensa de O Agente secreto, novo filme de Kleber Mendonça Filho, e falou sobre o poder do cinema brasileiro e a atmosfera política que permeia o longa.
Sobre a expectativa de que o filme possa representar o Brasil no Oscar, o ator foi direto: “A gente nunca faz o filme pensando que ele vai concorrer ao Oscar, faz porque a gente quer contar aquela história”.
Na trama, Gabriel interpreta um dos criminosos à espreita do personagem de Wagner Moura. Segundo ele, um papel enigmático, marcado por silêncios e sombras. E o filme se passa durante a ditadura militar, tema que não é novo para o ator.
“Já tinha feito um mergulho nessa época da ditadura na preparação para o personagem na série ‘Os dias eram assim’. Meu personagem estava de um lado oposto ao do Bob em O Agente Secreto. Eu fazia um artista, um cantor e compositor da época que, como tantos dos nossos ídolos, foi preso, torturado e exilado”, destacou.
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