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Cinema

Festival Curta Brasília exibe filmes na Cinemateca Francesa, em Paris

Oito produções que participaram do evento brasiliense serão exibidas na instituição francesa nesta segunda (29/5)

28/05/2017 05:30
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Thiago Sabino/Divulgação
Festival Curta Brasília exibe filmes na Cinemateca Francesa, em Paris

A caminho da sexta edição, em dezembro deste ano, o festival Curta Brasília faz uma visita à Cinemateca Francesa, em Paris, para uma espécie de residência relâmpago. Nesta segunda-feira (29/5), um dia após o encerramento do Festival de Cannes, oito curtas exibidos no evento brasiliense serão mostrados para o público francês.

O Curta Brasília, também voltado para produções internacionais, mantém uma parceria com a embaixada da França desde 2013. Por meio de uma comissão formada por jurados nacionais e franceses, o prêmio Cine França Brasil elege um curta participante do festival para participar de um intercâmbio artístico com o país europeu.

William Biagioli faturou o troféu em 2016 por “O Estacionamento” e viajou para apresentar seu trabalho na França. A comitiva cinematográfica saída do Brasil também levou o cineasta Felipe Poroger, vencedor de 2015 por “Enquanto o Sangue Coloria a Noite, Eu Olhava as Estrelas”; Gabriel Martins, diretor de fotografia de “Lembranças de Mayo”; e Ana Arruda Neiva, responsável pelo Curta Brasília.

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A quinta edição do Curta Brasília, no Cine Brasília
"Abissal", de Arthur Leite: o cineasta pesquisa o avô que nunca conheceu, mas encontra na avó, Rosa, a personagem do filme
"Aqueles Anos em Dezembro", de Felipe Poroger: outro curta sobre histórias de avós
"Balada para os Mortos", Lucas Sá: híbrido misterioso de ficção e documentário
"Lembranças de Mayo", de Flávio C. von Sperling: homenagem ao cinema da Boca do Lixo
"Lightrapping", de Márcio Miranda Perez: fotografia e nudez em São Paulo
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"Lightrapping", de Márcio Miranda Perez: fotografia e nudez em São Paulo

A quinta edição do Curta Brasília, no Cine Brasília
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A quinta edição do Curta Brasília, no Cine Brasília

"Abissal", de Arthur Leite: o cineasta pesquisa o avô que nunca conheceu, mas encontra na avó, Rosa, a personagem do filme
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"Abissal", de Arthur Leite: o cineasta pesquisa o avô que nunca conheceu, mas encontra na avó, Rosa, a personagem do filme

"Aqueles Anos em Dezembro", de Felipe Poroger: outro curta sobre histórias de avós
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"Aqueles Anos em Dezembro", de Felipe Poroger: outro curta sobre histórias de avós

"Balada para os Mortos", Lucas Sá: híbrido misterioso de ficção e documentário
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"Balada para os Mortos", Lucas Sá: híbrido misterioso de ficção e documentário

"Lembranças de Mayo", de Flávio C. von Sperling: homenagem ao cinema da Boca do Lixo
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"Lembranças de Mayo", de Flávio C. von Sperling: homenagem ao cinema da Boca do Lixo

Reprodução
"O Estacionamento", de William Biagioli: as agruras de um imigrante haitiano no Brasil
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"O Estacionamento", de William Biagioli: as agruras de um imigrante haitiano no Brasil

Os troféus do 5º Curta Brasília
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Os troféus do 5º Curta Brasília

Nina Coimbra/Divulgação
O diretor William Biagioli: dois curtas e um produzido por ele na Cinemateca Francesa
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O diretor William Biagioli: dois curtas e um produzido por ele na Cinemateca Francesa

Cocriadora do festival ao lado de Alexandre Costa, sócio na Sétima Produções e dono da locadora Cult Vídeo, Ana Arruda vê o Curta Brasília como uma “necessidade” para a capital. “Fizemos como uma visão e também por gostarmos, acreditarmos no cinema e vermos o desejo público em ter acesso a mais curtas”, diz a diretora, que trabalha com mostras e festivais desde 2001.

Na primeira vez do Curta Brasília na Cinemateca, em 2015, o intercâmbio impulsionou a carreira de Kennel Rógis, de 27 anos. Vencedor do prêmio Cine França em 2014 por “Sophia”, o paraibano do pequeno município de Coremas teve Paris como primeira viagem internacional.

O diário da viagem de Kennel Rógis a Paris, em 2015:

Sessão dupla de curtas brasileiros
Os oito curtas na bagagem do Curta Brasília vão preencher duas sessões na Cinemateca. A primeira reúne o falso documentário “Curitiba: A Maior e Melhor Cidade do Mundo” e “O Estacionamento”, ambos dirigidos por William Biagioli, e “A Canção do Asfalto”, trabalho de Pedro Giongo coproduzido pelo cineasta de Curitiba.

Em seguida, Ana Arruda dá uma amostra da produção contemporânea brasileira em cinco curtas: “Abissal” (Arthur Leite), “Balada para os Mortos” (Lucas Sá), “Aqueles Anos em Dezembro” (Felipe Poroger, presente na sessão), “Lembranças de Mayo” (Flávio C. von Sperling) e “Lightrapping” (Márcio Miranda Perez).