Documentários do DF são destaques no 52º Festival de Brasília

Chico Mendes – Um Legado a Defender e o longa O Tempo que Resta são exibidos nesta quinta-feira (28/11/2019)

atualizado 27/11/2019 16:18

Divulgação

A noite competitiva do 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro desta quinta-feira (28/11/2019) é dominada por narrativas documentais em duas produções do Distrito Federal

O curta-metragem Chico Mendes – Um Legado a Defender, de João Inácio, e o longa O Tempo que Resta, de Thaís Borges, são assinados por realizadores locais. Apesar de serem produções do DF, ambos os títulos fixam-se em personagens da região Amazônica.

O longa de Thaís Borges mostra a história de duas extrativistas e pequeno agricultoras da região do estado do Pará, que enfrentam ameaças de morte vindas de madeireiros e garimpeiros da região.

Já o curta-metragem, dirigido por João Inácio, desdobra-se sobre a figura do garimpeiro, extrativista e ativista Francisco Alves Mendes Filho, ou Chico Mendes, assassinado em 1988 por defender a voz e dos grupos da amazônia.

A noite da mostra é complementada pela apresentação do curta de ficção Marco, da diretora Sara Benevuto. A narrativa acompanha a trajetória de retorno de uma mulher à sua cidade natal e do encontro com a mãe em drama familiar iniciado pela doença do pai. A produção é a única representante do estado do Ceará na competição.

52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Exibição dos curtas-metragens Marco, de Sara Benvenuto e Chico Mendes – Um legado a defender, de João Inácio e do longa O tempo que resta, de Thaís Borges, às 21h, no Cine Brasília. Ingressos podem ser adquiridos on-line ou na bilheteria do local. Favor, conferir a classificação indicativa de cada filme.

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