Confira os 15 filmes pré-selecionados para a Mostra Futuro Brasil

Para a próxima etapa, os realizadores devem enviar o corte atual das produções para a comissão de seleção

atualizado 16/10/2019 17:22

O 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulgou os 15 filmes pré-selecionados para a Mostra Futuro Brasil, nesta quarta-feira (16/10/2019). Para a próxima etapa, os realizadores devem enviar o corte atual dos filmes para a comissão de seleção. Desses, seis longas em processo de finalização serão selecionados para sessões exclusivas com curadores internacionais de festivais de cinema, integrantes do júri da Futuro Brasil.

Os seis filmes escolhidos para a mostra serão divulgados em 30 de outubro, mesma data em que serão revelados os filmes da Mostra Brasília BRB, composta por produções do Distrito Federal, e os da Mostra Competitiva, que concorrerão ao Troféu Candango nas categorias de curta e longa-metragem.

A Futuro Brasil recebeu 49 inscrições de longas-metragens em processo de finalização. O objetivo da mostra é proporcionar condições mais competitivas para que filmes brasileiros de produção independente tenham possibilidade de fazer suas estreias internacionais nos festivais com os quais os integrantes do júri da mostra estão envolvidos, abrindo ainda a possibilidade de premiação por meio de apoios financeiros (convertidos em serviços técnicos) para suas efetivas finalizações.

Confira abaixo os 15 pré-selecionados para a Mostra Futuro Brasil:

– A flecha e a farda, de Miguel Antunes Ramos (SP);
– A matéria noturna, de Bernard Lessa (ES);
– Atrás da sombra, de Thiago Camargo (GO);
– Bem-vindos de novo, de Marcos Yoshi (SP);
– Bia mais um, de Wellington Sari (PR);
– Café, Pepi e Limão, de Adler Kibe Paz e Pedro Léo Martins (BA);
– Derly, o mergulho na piscina vazia, de Edson Fogaça (DF);
– Mulher Oceano (Ocean Girl), de Djin Sganzerla (SP);
– Nazinha, de Belisario Franca (RJ);
– O Capitão Astúcia, de Filipe Gontijo (DF);
– O cerco, de Aurélio Aragão, Gustavo Bragança e Rafael Spínola (RJ);
– O espaço infinito, de Leo Bello (DF);
– Pajeú, de Pedro Diogenes (CE);
– Que os olhos ruins não te enxerguem, de Roberto Maty (SP);
– Rir pra não chorar, de Cibele Amaral Correia (DF)

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