A relação de Sean Penn com Zelensky por trás da ausência no Oscar
Fontes afirmaram que Sean Penn faltou ao Oscar para ir à Ucrânia se encontrar com o presidente do país
atualizado
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Sean Penn não compareceu à cerimônia do Oscar 2026, realizada na noite desse domingo (15/3), para viajar à Ucrânia. Mesmo ausente, o ator venceu a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação em Uma Batalha Após a Outra.
Nesta segunda-feira (16/3), Penn se reuniu com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Nas redes sociais, o líder do país publicou uma mensagem de agradecimento ao ator.
“Graças a você, Sean, sabemos o que é um verdadeiro amigo da Ucrânia. Você está com a Ucrânia desde o primeiro dia da guerra em grande escala. Sabemos que continuará ao lado do nosso país e do nosso povo”, escreveu Zelensky.
Apesar de chamar atenção, a relação do artista com o país não é recente. Em 2023, Penn codirigiu o documentário Superpower, sobre o presidente ucraniano, exibido naquele ano no Festival de Berlim.
Para a produção do filme, o ator passou longos períodos na Ucrânia desde 2022. No mesmo ano, ele chegou a entregar uma de suas estatuetas do Oscar a Zelensky como gesto simbólico de apoio ao país.
Antes de Uma Batalha Após a Outra, Penn já havia conquistado dois Oscars de Melhor Ator: por Mystic River e Milk. O ator, porém, nunca revelou qual das duas estatuetas foi entregue ao presidente ucraniano.
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Ativismo de Sean Penn
Essa não é a primeira vez que Sean Penn se envolve em causas políticas e humanitárias. Em 1985, ele tentou ajudar um amigo de Madonna, com quem foi casado, comprando no México um medicamento contra o HIV que ainda não havia sido aprovado nos Estados Unidos.
Em 2002, o ator publicou um anúncio no The Washington Post criticando o plano do então presidente George W. Bush de iniciar a Guerra do Iraque. Dois meses depois, ele visitou Bagdá e declarou acreditar que o país não possuía armas de destruição em massa.
Após a passagem do Furacão Katrina, em 2005, Penn chegou a pilotar um barco de resgate em Nova Orleans. Já em 2010, fundou a organização humanitária CORE, que montou um acampamento no Haiti para abrigar mais de 50 mil pessoas desalojadas.








