Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Distrito Federal

Vídeo: homem pede socorro aos bombeiros após ficar com anel preso no dedo

Bombeiros encontraram vítima com o dedo indicador inchado e precisaram de ferramenta de cortar metal para retirar objeto preso

07/04/2023 13:52, atualizado 07/04/2023 14:56
Compartilhar notícia
Divulgação/CBMDF
Vídeo: homem pede socorro aos bombeiros após ficar com anel preso no dedo

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu, nesta sexta-feira (7/4), a uma ocorrência inusitada: as equipes precisaram retirar um anel preso no dedo de um homem.

Por volta das 12h, a vítima, de 44 anos, chegou ao 9º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), em Planaltina (DF), onde pediu ajuda para remover o objeto do anelar da mão direita.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Os bombeiros encontraram o homem com o dedo bastante inchado e precisaram de uma retífica — equipamento usado em corte de metais — para remover o item. A operação durou cerca de 3 minutos.

“No decorrer da manobra, foi usada uma espátula, para impedir o contato do disco de corte com o dedo, e também água, para arrefecer o metal”, detalhou o CBMDF, em nota. A vítima passa bem.

Assista:

Centenas de anéis removidos

Militares do departamento de comunicação social do CBMDF monitoravam a movimentação no Morro da Capelinha, onde ocorre a tradicional encenação da Via-Sacra, mas receberam informações do caso via rádio e se deslocaram até o 9º GBM.

Apesar de esse tipo de ocorrência não estar entre as mais atendidas pelo CBMDF, a corporação recebe, as equipes passam por treinamento de atendimento pré-hospitalar para agir nesse tipo de situação e, periodicamente, recebem chamados para remoção de itens presos em dedos.

O capitão Renato Augusto, que acompanhou o chamado, afirma que, apenas no batalhão de Planaltina, há centenas de anéis removidos em atendimentos na região administrativa e guardados por integrantes da corporação.

“Não é tão incomum quanto parece. Só nesse quartel, temos uma caixa com 200 anéis. É um sufoco muito grande ver um objeto preso no dedo e não conseguir retirar”, comentou o capitão.