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Distrito Federal

Vídeo: casa de empresária na Asa Norte é invadida duas vezes em um dia

Empresária percebeu que sua casa estava era invadida nesta sexta-feira (10). Após verificar câmera, viu que outro homem entrou na residência

Material enviado ao Metrópoles
Imagem colorida de homem invadindo cas

A empresária Larissa Marques de Carvalho, de 37 anos, percebeu que sua casa estava sendo invadida na tarde desta sexta-feira (10/5). Ela chegou a capturar o suspeito, que tentou fugir após notar que havia gente na residência, mas liberou o homem porque a polícia teria demorado a chegar. A mulher foi visualizar as câmeras de segurança e descobriu que outra pessoa também furtou o lugar, que está localizado na SHCGN 713, Asa Norte.

“Hoje à tarde, minha secretária do lar foi no quarto me chamar, falando que tinha um homem dentro da minha casa. Eu e meu marido, imediatamente, saímos correndo e fomos lá fora. Quando a gente gritou, ele saiu correndo. Consegui correr ainda, interceptar e segurar ele um tempo. Só que a polícia demorou demais, eu não consegui mais segurar e ele foi embora. Depois os policiais conseguiram encontrar ele novamente, só que já não estava mais no flagrante”, conta a empresária.

Larissa Marques comenta que a sensação de insegurança está cada vez mais comum já que furtos e roubos vem acontecendo diariamente aqui nas quadras. O primeiro ladrão, segundo a vítima, entrou após cortar a cerca do vizinho e chegou a furtar uma caixa de som. Ele ficou mais ou menos 10 minutos dentro da residência da mulher enquanto todos dormiam.

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A ação foi registrada pelas câmeras de segurança. É possível identificar o momento em que o homem percebe que está sendo filmado. A empresária relata que o homem ouviu algum barulho e a jogou a caixa de som por cima da cerca.

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“Fica o sentimento de medo, de impotência. Eu não sei explicar nervosismo porque é a nossa casa. A gente estava dentro de casa, então passamos por um perigo muito grande”, relata a empresária. Um boletim de ocorrência foi registrado na 2ª Delegacia de Polícia. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).