Veja creche clandestina onde bebê de 1 ano morreu enforcada com cinto

Local amanheceu fechado, nesta sexta-feira (12/12), em Ceilândia, um dia após morte da criança; espaço chegava a abrigar mais de 10 crianças

atualizado

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1 de 1 casa- - Foto: | BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

A creche clandestina onde Laura Rebeca Ribeiro dos Santos, de apenas 1 ano e 4 meses morreu enforcada com o cinto de uma cadeirinha, na tarde de quinta-feira (11/12), enquanto estava sob supervisão de uma cuidadora fica localizada na QNO 6 conjunto P no Setor O, em Ceilândia. O local amanheceu fechado nesta sexta-feira (12/12). A equipe do Metrópoles esteve no local, mas não encontrou ninguém.

A creche funcionava na garagem da casa da cuidadora, onde havia brinquedos, cama elástica e um pequeno espaço de lazer para as crianças. Segundo relatos, o local abrigava mais de dez crianças ao mesmo tempo em alguns momentos.

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De acordo com informações preliminares, a menina teria ficado presa ao cinto da cadeirinha, conhecida como bebê conforto, enquanto dormia e morrido asfixiada.
A bebê de apenas 1 ano e 5 meses morreu, na tarde desta quinta-feira (11/12), enquanto estava sob supervisão de uma cuidadora.
O caso ocorreu em Ceilândia
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O caso ocorreu em Ceilândia

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De acordo com informações preliminares, a menina teria ficado presa ao cinto da cadeirinha, conhecida como bebê conforto, enquanto dormia e morrido asfixiada.
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De acordo com informações preliminares, a menina teria ficado presa ao cinto da cadeirinha, conhecida como bebê conforto, enquanto dormia e morrido asfixiada.

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A bebê de apenas 1 ano e 5 meses morreu, na tarde desta quinta-feira (11/12), enquanto estava sob supervisão de uma cuidadora.
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A bebê de apenas 1 ano e 5 meses morreu, na tarde desta quinta-feira (11/12), enquanto estava sob supervisão de uma cuidadora.

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Entenda o caso

De acordo com informações preliminares, a menina teria ficado presa ao cinto da cadeirinha, conhecida como bebê conforto, enquanto dormia e morreu asfixiada.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito da criança no local.

O local foi preservado pela Polícia Militar até a chegada da Polícia Civil do DF. O caso é investigado pela 24ª DP. A reportagem entrou em contato com o delegado responsável pelo caso, que preferiu não se pronunciar.

“Alegre e cheia de saúde”: a vida de Laurinha

A família de Laura busca assimilar a informação de que a bebê não voltará para casa. A avó paterna de Laura, Aparecida Maria, 51 anos, relatou ao Metrópoles que todos estão arrasados e definiu o caso como revoltante e inexplicável. “Não tem como entender uma pessoa cuidar de uma criança e deixá-la morrer asfixiada daquele jeito. Estamos arrasados. A Laurinha era alegre, cheia de saúde. É muito difícil”.

Aparecida conta que recebeu uma ligação desesperada da mãe da menina, informando que Laurinha havia morrido, horas depois da criança ser deixada com uma mulher que cobrava para cuidar de crianças na própria casa. De acordo com informações preliminares, a menina teria ficado presa ao cinto do bebê conforto, enquanto dormia e morreu asfixiada.

Ao chegar ao local acompanhada pelo filho, a avó encontrou a bebê no sofá, já sem vida. “Ela estava com um hematoma muito grande no pescoço. É revoltante, porque quando a gente deixa um filho numa creche ou com alguém para cuidar, espera que seja bem cuidado. É muito triste, é lamentável”, disse.

A mãe da menina sempre deixava a criança com parentes para poder trabalhar, mas neste dia, ninguém da família pôde ficar com a bebê. A mãe recorreu então a uma cuidadora particular.

Segundo a avó, foi a primeira vez que a criança ficava sob responsabilidade da cuidadora, já que a mãe precisava trabalhar.

A família aguarda os resultados do IML e da perícia para entender exatamente o que aconteceu. Segundo Aparecida, a cuidadora apresentou versões diferentes sobre o caso e não se comunicou diretamente com os familiares. “Ela ficou o tempo todo com a mão no rosto, como se não quisesse que ninguém a reconhecesse”.

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