Um mês após prisões, mortes em UTI no DF ainda são cercadas de mistério

Ainda não se sabe a motivação para os acusados terem injetado desinfetante e altas doses de medicamentos em pacientes do Hospital Anchieta

atualizado

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Vítimas técnicos enfermagem hospital anchieta
1 de 1 Vítimas técnicos enfermagem hospital anchieta - Foto: Arte/Metrópoles

Um mês após as prisões dos técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta acusados de injetar substâncias em pacientes com o intuito de matá-los, algumas questões ainda seguem sem respostas. O principal mistério é a motivação para o crime.


Veja a cronologia do caso


Ao ser preso, o técnico negou ter matado os pacientes e disse que apenas ministrou medicamentos prescritos pelos médicos. As investigações apontam, porém, que o trio usou carimbos de profissionais propositalmente para cometer o crime.

Em seguida, Marcos Vinícius foi contestado com imagens e acabou confessando a prática criminosa. Diante do flagra, ele teria dito que “parece que fez isso mesmo”. O técnico de enfermagem disse que teria tirado a vida dos pacientes com o intuito de “aliviar o sofrimentos das vítimas”.

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Três profissionais são investigados pelo crime
Ao menos três pessoas foram mortas ao receberam injeção letal
Técnico foi preso em ação da Polícia Civil do DF após denúncia do Hospital
Câmeras de segurança do hospital mostram o momento em que o técnico Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, prescreve substância letal
Técnicos acessavam sistemas com senhas de médicos
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Três profissionais são investigados pelo crime
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Três profissionais são investigados pelo crime

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Ao menos três pessoas foram mortas ao receberam injeção letal
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Ao menos três pessoas foram mortas ao receberam injeção letal

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Técnico foi preso em ação da Polícia Civil do DF após denúncia do Hospital
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Técnico foi preso em ação da Polícia Civil do DF após denúncia do Hospital

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Câmeras de segurança do hospital mostram o momento em que o técnico Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, prescreve substância letal
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Câmeras de segurança do hospital mostram o momento em que o técnico Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, prescreve substância letal

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Técnicos acessavam sistemas com senhas de médicos
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Técnicos acessavam sistemas com senhas de médicos

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Vítimas de técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta
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Vítimas de técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta

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Em um quarto relato a respeito da motivação dos crimes, Marcos chegou a dizer que o hospital “estava tumultuado” e que ele teria ministrado as altíssimas doses de medicamentos “por estar nervoso”.

Dada a inconsistência em cada uma das versões, não é possível precisar se uma das declarações de Marcos Vinícius é verdadeira. Não há detalhes sobre os depoimentos das técnicas de enfermagem Amanda e Marcela Camilly.

A Operação Anúbis, que desvendou o caso e resultou nas prisões dos técnicos, segue em andamento. A expectativa é que, com a consolidação dos depoimentos e dos laudos periciais, o inquérito seja concluído nas próximas semanas e a motivação seja descoberta, bem como a possível participação de outras pessoas.

Prisão prorrogada

Marcos Vinícius, Amanda e Marcela Camilly foram presos temporariamente por 30 dias. Na terça-feira (10/2), a prisão foi prorrogada pelo mesmo período.

As defesas dos investigados sustentam a inocência dos clientes e afirmam que os fatos ainda estão em fase de apuração. O Hospital Anchieta, por sua vez, reafirma que foi o responsável por comunicar as suspeitas às autoridades e diz colaborar integralmente com a investigação.

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