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Treta entre universitários acaba em água na cara e ameaça com taser

Autora não teria gostado de cochichos da turma durante a correção de sua prova pela professora

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Uma confusão entre alunos do curso de medicina veterinária do Centro Universitário UDF, na Asa Sul, terminou em agressões, xingamentos e ameaças com um taser ligado. O caso ocorreu na noite dessa terça-feira (2/12) e foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul).

Segundo a ocorrência policial, a discussão começou quando uma estudante iniciou um bate-boca com colegas durante uma aula. A professora estava na mesa, corrigindo provas e conversando com uma aluna, quando a turma fez silêncio, observando a cena,  que incomodou a jovem.

Nesse momento, a estudante se virou para os colegas e, em tom de deboche, disse que eles poderiam continuar falando e que “ninguém tinha nada a ver com a vida dela”. Os cochichos continuaram. A professora pediu para que parassem o burburinho, caso contrário ela se retiraria de sala.

Ao fim da conversa, a aluna se levantou e foi em direção a uma colega que estava sentada na primeira fila, quando jogou água da sua garrafa no rosto dela. A vítima se levantou e gritou em reação, mas a situação piorou quando a autora abriu a bolsa, retirou um taser de grande porte, ligou o aparelho e o aproximou do rosto da colega, que estava molhado.

A professora tentou interferir, mas a estudante continuou com as ameaças. Conforme o registro policial, ela afirmou que a colega “iria ver” caso voltasse a gritar com ela. Além disso, insultou a vítima com xingamentos e, ao sair da sala, ainda com o taser ligado, afirmou repetidamente que, se continuassem falando dela, “mataria todos”.

Um dos alunos saiu da sala para buscar um segurança e fazer a denúncia. Minutos depois, ao saber disso, a estudante enviou uma mensagem para ele, o xingando de “lixo”. No texto, ela dizia, ainda, que o namorado “acertaria as contas” com ele no dia seguinte e sugeria que ele levasse uma faca porque o namorado também estaria armado.

O caso foi registrado como injúria, injúria real e ameaça. As vítimas foram orientadas a formalizar representação criminal para que a investigação prossiga.

Procurada, a instituição de ensino informou que repudia qualquer ato de violência e que a segurança do campus interveio imediatamente, acionando a Polícia Militar e orientando o registro do boletim de ocorrência. A unidade afirmou ainda que presta assistência aos alunos envolvidos e que abriu uma apuração interna para definir eventuais medidas acadêmicas e disciplinares, conforme o regimento interno.

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