SLU se manifesta sobre garis flagrados pichando muro no Réveillon
SLU informou que acionou a empresa responsável pela prestação do serviço em Vicente Pires para a adoção das medidas cabíveis
atualizado
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O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) repudiou a conduta dos funcionários terceirizados que foram flagrados pichando o muro de um condomínio em Vicente Pires (DF), enquanto faziam coleta de lixo em cima de um caminhão. O episódio aconteceu na madrugada de 31 de dezembro.
Assista:
“A prática registrada é totalmente incompatível com os princípios, os valores e as normas de conduta que orientam a atuação do SLU e dos colaboradores, além de contrariar o compromisso da autarquia com a preservação do espaço urbano e o respeito aos patrimônios público e privado”, disse o SLU em nota.
O SLU informou, ainda, que já acionou a empresa responsável pela prestação do serviço na região para a adoção das medidas cabíveis e reafirmou seu compromisso com a ética, a responsabilidade e o respeito à população do Distrito Federal.
Pichação é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98, Art. 65) e crime de dano ao patrimônio (Art.163 do Código Penal) que pode acarretar de 3 meses a 1 ano de prisão e multa.
Ação filmada por câmeras
Enquanto recolhiam o lixo, por volta de 0h40, os garis se revezaram para deixar suas mensagens no muro do condomínio. A ação foi flagrada por câmeras de segurança do local.
Primeiro, um homem vestido de verde e usando gorro de Papai Noel, que parece ser o motorista do caminhão, escreve uma palavra ilegível utilizando um spray. Depois, ele empresta a lata do produto para que outros dois colegas também pichem o muro.
Apenas um dos quatro funcionários que aparece na imagem não realizou a pichação, mas vê a ação e aguarda em cima do caminhão dando risadas. Os homens se aproveitaram do horário e da rua vazia para vandalizarem o muro do condomínio.
Após pouco mais de um minuto da ação, os quatro homens seguem a sua jornada de trabalho normalmente. Não se sabe se o ato de vandalismo teve alguma motivação.
Procuradas pela reportagem, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a Polícia Civil do DF (PCDF) disseram não terem sido acionadas sobre o caso.
