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Segurança

Polícia Militar prende homem que enterrou mala com corpo esquartejado no DF

O crime ocorreu entre a noite de 29/05 e a madrugada de 30/05. Cadáver foi localizado em terreno nos fundos do Fórum do Itapoã

05/06/2020 17:28, atualizado 05/06/2020 17:49
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Divulgação/PCDF
Polícia Militar prende homem que enterrou mala com corpo esquartejado no DF

Foi preso, nesta sexta-feira (05/06), pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) o homem apontado como principal suspeito do assassinato e esquartejamento do jovem Danilo de Oliveira da Rocha, 27 anos.

Josimar da Penha Santos, 33, ainda teria escondido o corpo do rapaz dentro de uma mala, que foi enterrada em um terreno nos fundos do Fórum do Itapoã.

Segundo a PMDF, o suspeito estava escondido em uma casa no Itapoã. Militares da corporação receberam uma denúncia anônima sobre o paradeiro do acusado. O corpo de Danilo foi achado na madrugada de terça-feira (02/06).

O crime ocorreu entre a noite de 29/05 e a madrugada de 30/05, em uma casa no Condomínio Del Lago, no Itapoã. Depois da barbárie, os acusados foram comer pizza.

Segundo investigadores da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), o motivo do homicídio seria o fato de a vítima ter mexido com a namorada de um dos suspeitos pelo assassinato.

Quatro suspeitos foram identificados e três acabaram presos em flagrante. De acordo com os depoimentos colhidos na 6ª DP, Danilo estava em uma festa regada a drogas e álcool na residência de Josimar, conhecido como Coroa.

No local, estavam ainda outros suspeitos — João Paulo Fonseca Sousa, 22; Wemerson da Penha Batista, 26; e Adrian de Oliveira da Silva, 19 –, que foram presos.

João Paulo contou aos policiais que, na casa onde ocorria a festa, havia consumo de drogas, como LSD, cocaína, maconha e Rohypnol. No decorrer do evento, houve confusão entre Danilo e Josimar.

O pivô do desentendimento seria a namorada de Coroa. A vítima foi cercada, espancada e sofreu diversas perfurações pelo corpo, com tesoura e canivete.

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Corpo foi encontrado dentro de mala na região do Itapoã
Vaso sanitário achado no lugar onde corpo foi achado
Bombeiros fizeram a escavação em apoio à Polícia Civil
Corpo estava dentro da mala
Bombeiros fizeram escavação em área erma do Itapoã
Josimar dos Santos, homem acusado de matar e esquartejar jovem no Itapoã
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Josimar dos Santos, homem acusado de matar e esquartejar jovem no Itapoã

Divulgação/PCDF
Corpo foi encontrado dentro de mala na região do Itapoã
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Corpo foi encontrado dentro de mala na região do Itapoã

Divulgação/PCDF
Vaso sanitário achado no lugar onde corpo foi achado
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Vaso sanitário achado no lugar onde corpo foi achado

Divulgação/PCDF
Bombeiros fizeram a escavação em apoio à Polícia Civil
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Bombeiros fizeram a escavação em apoio à Polícia Civil

Corpo estava dentro da mala
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Corpo estava dentro da mala

Corpo de Bombeiros/Divulgação
Bombeiros fizeram escavação em área erma do Itapoã
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Bombeiros fizeram escavação em área erma do Itapoã

Reprodução/Vídeo
Corpo de Bombeiros fez a escavação no local
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Corpo de Bombeiros fez a escavação no local

Reprodução/Vídeo
Machadinha que teria sido usada no crime
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Machadinha que teria sido usada no crime

Divulgação
Morte agonizante

Ainda de acordo com o depoimento dos envolvidos, Danilo agonizava quando o grupo resolveu “acabar com o sofrimento” dele. Segundo o termo de declaração de João Paulo, os criminosos deram novos golpes no rapaz até que ele morresse.

Em seguida, Josimar sugeriu que os comparsas “desaparecessem” com o corpo. Então, teve início a um ritual macabro de revezamento para que o cadáver fosse esquartejado o mais rapidamente possível.

A ação ocorreu no banheiro da casa – uma machadinha foi usada para desmembrar a vítima. O corpo de Danilo foi cortado ao longo de toda a noite, depois colocado dentro de uma mala.

https://youtu.be/RgNvrkSHLJw

O grupo foi até um terreno nos fundos do Fórum do Itapoã e abandonaram a mala. Preocupados, os suspeitos retornaram ao local mais uma vez, para enterrá-la, na manhã de domingo (31/05).

Na mesma tarde, todos se reuniram para comer pizza e tentar fazer um pacto de silêncio a fim de manter o crime em sigilo. No entanto, as informações chegaram até policiais da 31ª DP (Planaltina), que acionaram os investigadores na unidade do Paranoá.