MPDFT apresenta denúncia contra taxista que matou ex-mulher no DF

Edilson Januário responderá por homicídio triplamente qualificado e fraude processual

atualizado

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Material cedido ao Metrópoles
Taxista preso
1 de 1 Taxista preso - Foto: Material cedido ao Metrópoles

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou, nesta quarta-feira (22/8), o taxista Edilson Januário de Souto, 61 anos, por homicídio triplamente qualificado. Ele é acusado do assassinato da ex-mulher, Maria Jane de Souza, 58, e responderá por feminicídio e fraude processual, pois tentou modificar a cena do crime.

Edilson matou a mulher com quatro tiros, no dia 5 de agosto, no Recanto das Emas, enquanto ela tentava fugir em direção ao portão, após ter sido baleada no interior da casa. Depois, arrastou o corpo de volta para a residência, numa tentativa de ocultar o cadáver, conforme mostram as investigações.

Segundo o MPDFT, o crime foi cometido por motivo torpe, pois Edilson não aceitava o divórcio e a divisão de bens. Ele também utilizou meio que não permitiu a defesa da vítima, além de ter cometido violência doméstica no contexto familiar, caracterizando feminicídio.

Relembre o caso
Edilson e Maria Jane foram casados por mais de 20 anos. Em 5 de agosto, ele surpreendeu a mulher no quarto do casal com um disparo de arma de fogo. Ela morreu sem que pudesse receber socorro médico. Na tentativa de induzir a perícia a erros, Edilson arrastou o corpo da ex-mulher, retirou o carro dele da garagem e colocou o automóvel da vítima no local.

A frieza do taxista chocou a vizinhança. Segundo o delegado responsável pelas investigações, Sérgio Bautzer (27ª DP), há suspeitas de que o homem teria passado o dia bebendo e, quando chegou à residência, discutiu com a ex-mulher. Os objetos da casa ficaram revirados, o que indica briga entre os dois.

O taxista atirou quatro vezes contra a vítima. Maria Jane de Souza tentou fugir, mas não consegui. A vítima caiu quando ia em direção ao portão. “Ele arrastou o corpo dela para dentro da casa. Um vizinho percebeu a movimentação estranha e chamou a polícia”, detalhou o delegado. (Com informações do MPDFT)

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