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Segurança

Ação da Força Nacional na Penitenciária Federal de Brasília é prorrogada

A cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC) cumpre pena no local. Período agora vai até o dia 5 de dezembro

28/08/2020 07:57, atualizado 28/08/2020 07:58
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Agente com arma na Penitenciária federal em Brasília. PCC

A Força Nacional de Segurança Pública vai permanecer por mais três meses fazendo o policiamento de guarda e segurança na área interna da Penitenciária Federal de Brasília. A portaria foi assinada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, André Luiz de Almeida Mendonça, e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (28/8).

A cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa de origem paulista e com atuação internacional, cumpre pena na Penitenciária Federal de Brasília. Entre os presos está a liderança máxima da facção: Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola.

As ações da Força Nacional serão em apoio ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) pelo período de 5 de setembro a 3 de dezembro de 2020. O número de militares a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

DOU
Publicação no DOU

É a quarta vez que o Ministério da Justiça e Segurança Pública decide prorrogar a atuação da Força Nacional no presídio. Em 2 de setembro de 2019, alguns meses após os principais líderes da organização criminosa PCC serem transferidos para o presídio de responsabilidade da União, a pasta estendeu o prazo pela segunda vez para 180 dias.

Presídio novo

O Presídio Federal de Brasília foi inaugurado em outubro de 2018. Os três primeiros detentos a ocuparem a penitenciária integram o PCC. A penitenciária conta com 50 celas individuais erguidas em uma estrutura de concreto armado e monitorada 24 horas por dia.

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A unidade prisional, gerida pelo Depen, abriga três integrantes da cúpula do PCC
Na cadeia federal, os presos cumprem o chamado regime disciplinar diferenciado (RDD)
Durante o banho de sol, toda a movimentação é acompanhada também por videomonitoramento
Os presos federais recebem apenas a visita de seus advogados
Criminosos perigosos estão no DF
O presídio federal foi inaugurado no DF em outubro de 2019
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O presídio federal foi inaugurado no DF em outubro de 2019

Valter Campanato/Agência Brasil
A unidade prisional, gerida pelo Depen, abriga três integrantes da cúpula do PCC
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A unidade prisional, gerida pelo Depen, abriga três integrantes da cúpula do PCC

Valter Campanato/Agência Brasil
Na cadeia federal, os presos cumprem o chamado regime disciplinar diferenciado (RDD)
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Na cadeia federal, os presos cumprem o chamado regime disciplinar diferenciado (RDD)

Valter Campanato/Agência Brasil
Durante o banho de sol, toda a movimentação é acompanhada também por videomonitoramento
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Durante o banho de sol, toda a movimentação é acompanhada também por videomonitoramento

Valter Campanato/Agência Brasil
Os presos federais recebem apenas a visita de seus advogados
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Os presos federais recebem apenas a visita de seus advogados

Valter Campanato/Agência Brasil
Criminosos perigosos estão no DF
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Criminosos perigosos estão no DF

Valter Campanato/Agência Brasil
A cúpula da Segurança Pública do DF quer evitar a vinda de líderes de facções criminosas
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A cúpula da Segurança Pública do DF quer evitar a vinda de líderes de facções criminosas

Valter Campanato/Agência Brasil

Na unidade prisional, que fica no Complexo Penitenciário da Papuda, há circuito de câmeras com transmissões em tempo real, além de sensores de movimento e alarmes. Segundo o Departamento Penitenciário (Depen), o sistema conta com equipamentos capazes de identificar drogas e explosivos nas roupas dos visitantes, detectores de metais e sensores de presença, entre outras tecnologias.

Cada preso fica em uma cela individual de 6m² e tem direito a duas horas de banho de sol por dia. Advogados e amigos poderão visitar os detentos no parlatório, enquanto os familiares terão acesso ao pátio. Será proibido o acesso a televisores, rádios e qualquer outro tipo de comunicação externa.

Além da Penitenciária Federal de Brasília, existem outras quatro de segurança máxima no país: Catanduvas (PR), Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO).