Saúde encontra outro macaco morto e fará testes de febre amarela no primata

Este é o segundo animal encontrado morto em apenas quatro dias. O primeiro, achado em São Sebastião, tinha febre amarela

atualizado

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A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) localizou, nesta segunda-feira (9/11), outro macaco morto no Distrito Federal, na região do Jardim Botânico. Trata-se do segundo primata encontrado sem vida na capital do país em um espaço de tempo de quatro dias.

O animal foi encaminhado para o laboratório da Universidade de Brasília (UnB) para análise da causa morte. O resultado leva entre 10 a 15 dias para ser divulgado.

Na quinta-feira (5/11), a morte de um macaco infectado por febre amarela levou a Secretaria de Saúde a promover uma ação de bloqueio vacinal contra a doença em São Sebastião. Antes, a última confirmação de PNH com febre amarela no DF foi em 2016.

No novo caso, como medida ambiental preventiva, a equipe da Vigilância Ambiental esteve no Jardim Botânico e realizou o controle químico com borrifação para eliminar da área os mosquitos Aedes aegypti (transmissores da Febre Amarela), além de fazer a captura de alguns insetos para análise laboratorial.

Segundo informações da Saúde, o Distrito Federal, no último boletim do Ministério da Saúde sobre monitoramento de mortes de macacos, recolheu 69 macacos mortos para análise, sem a confirmação de caso positivo para a Febre Amarela.

Orientações

A morte de um primata em determinada área é um dos principais indícios de circulação do vírus em regiões de matas e florestas. Portanto, eles são indicadores importantes para vigilância da Febre Amarela.

Os macacos não transmitem a Febre Amarela, assim como os seres humanos, eles também são infectados pelo vírus, mas não podem contaminar pessoas com a doença.

O ciclo de transmissão da Febre Amarela é por meio do mosquito. Caso a população encontre macacos mortos, deve comunicar pelo telefone 99269-3673 ou pelo e-mail zoonosesdf@gmail.com.
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É importante que a população se vacine contra a doença
A febre amarela
O mosquito Aedes aegypti é o transmissor da febre amarela
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O mosquito Aedes aegypti é o transmissor da febre amarela

Fiocruz/Divulgação
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Daniel Ferreira/Metrópoles
A febre amarela
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A febre amarela

Arte/Metrópoles
Casos em humanos

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde, o Distrito Federal não registrou casos da doença em seres humanos em 2019 e em 2020. Este ano, foram notificados nove casos suspeitos, mas nenhum foi positivo para a doença.

No entanto, em 2018, o DF houve dois casos confirmados, mas de pessoas contaminadas em São Paulo. Ressalta-se que a principal medida de prevenção contra a doença é a vacinação.

No DF, a cobertura vacinal de febre amarela está em 62,9%. A vacina é aplicada com uma dose aos 9 meses, além de reforço aos 4 anos. Pessoas de 5 a 59 anos não vacinadas ou sem comprovação vacinal devem tomar uma dose única.

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