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Distrito Federal

Saiba por que 20 mil de litros de cachaça foram apreendidos no DF

Além das bebidas, ao longo de 7 dias de operações, a Fiscalização Tributária apreendeu R$ 2,6 milhões em mercadorias irregulares no DF

02/06/2026 10:48, atualizado 02/06/2026 11:46
Divulgação / Secretaria de Economia
Cachaça - Metrópoles

A Secretaria de Economia interceptou 20 mil litros de cachaça industrial e aproximadamente 60 mil latas de cerveja transportadas ilegalmente, no Distrito Federal (DF), 26 de maio e 1º de junho.

De acordo com a pasta, 59.850 latas de cerveja foram recolhidas em uma carreta em Planaltina (DF) porque não tinham nota fiscal idônea, ou seja o documento fiscal apresentava algum tipo de irregularidade. Serão cobrados R$ 111.389,12 em impostos e multas.

Os 20 mil litros de cachaça foram apreendidos na BR-040. A bebida também estava sem nota fiscal válida. O DF cobrará R$ 155.806,93 em impostos e multa.

Em sete dias, além das bebidas, fiscais apreenderam R$ 2,6 milhões em mercadorias irregulares. Segundo a pasta, montante de mais de R$ 1,1 milhão em impostos e multas pode ser recuperado.

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Fiscais também apreenderam:

  • 60 mil litros de etanol na BR-020
  • 71,9 toneladas de feijão-fradinho
  • 50 toneladas de arroz com irregularidades fiscais na BR-060.
  • 4.010 aparelhos eletrônicos em Ceilândia (DF), incluindo câmeras, caixas de som, mouses e fones de ouvido.

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As ações ocorreram em rodovias e pontos estratégicos de fiscalização, como parte das operações de combate à sonegação fiscal e à concorrência desleal.

Grande parte das cargas circulava sem documentação fiscal ou com notas fiscais consideradas inidôneas, utilizadas para ocultar operações comerciais e evitar o recolhimento de tributos.

Segundo o coordenador de Fiscalização Tributária do DF, Silvino Nogueira, os resultados refletem o trabalho permanente dos auditores fiscais no enfrentamento à evasão tributária.

“A fiscalização atua de forma contínua, utilizando inteligência fiscal, cruzamento de dados e monitoramento eletrônico para identificar fraudes e proteger o mercado interno”, afirmou.

Para Nogueira, as operações contribuem para garantir a arrecadação de recursos públicos, combater a concorrência desleal e promover maior justiça tributária.