Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Distrito Federal

Retirada de crânio de cemitério no DF pode ter motivação ritualística.

Uma sepultura foi violada no domingo (12/7) no cemitério de Taguatinga; o caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal

16/07/2026 12:10, atualizado 16/07/2026 12:13
Material cedido ao Metrópoles
Imagem colorida de túmulo violado

A violação de um túmulo no Cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga, que teve o crânio retirado da sepultura, pode estar relacionada à realização de um ritual. O Metrópoles apurou com fontes do cemitério que invasões para práticas do tipo ocorrem com certa frequência no local durante a madrugada.

O caso, que aconteceu no último domingo (12/7), é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga), como vilipêndio a cadáver. A PCDF busca identificar os responsáveis e esclarecer a motivação da violação da sepultura.

Segundo o boletim de ocorrência, registrado por uma funcionária do cemitério, o túmulo violado pertence a Maria do Carmo Santos e Arlindo Ferreira dos Santos. A família contou que tomou conhecimento do ocorrido após o zelador, responsável pelos cuidados do jazigo, notar que o túmulo estava quebrado.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Ao chegar ao cemitério, a filha da falecida, Iraci do Carmo, se deparou com toda a pedra de mármore do túmulo da mãe retirada e o caixão danificado. “É muita tristeza saber que tiraram um pedaço de uma pessoa querida e amada, que faleceu há pouco tempo. Fica um sentimento de impotência por não saber para qual finalidade fizeram isso”, lamentou.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Por meio de nota, o Campo da Esperança Serviços negou que esse tipo de situação ocorra com frequência e disse não ter como afirmar qual é a motivação do furto. Sobre o caso específico disse que não vai se pronunciar em respeito à família e para não atrapalhar as investigação.

Também informou que a segurança nos cemitérios do DF é feita 24 horas por dia por equipes de seguranças armados como forma de prevenção, porém, como agente privado, não consegue impedir todos os atos criminosos.