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Distrito Federal

Rede privada do DF começa a retomar as aulas presencialmente nesta 2ª

Com o início do ano letivo de 2022, as escolas começaram a receber os alunos. Maioria dos colégios deve adotar o ensino 100% presencial

Nathália Cardim24/01/2022 12:34, atualizado 24/01/2022 13:59
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Estudante usando máscara em sala de aula de escola particular do DF

As escolas particulares do Distrito Federal estão iniciando o ano letivo de 2022 e começaram a receber estudantes na manhã desta segunda-feira (24/1). O Metrópoles fez um balanço para saber quais estabelecimentos privados voltaram às aulas presencialmente, mesmo diante da nova alta nos casos de Covid-19 na capital federal.

Segundo dados do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe-DF), nesta manhã, pelo menos 12 escolas sinalizaram a volta.

Rede privada do DF começa a retomar as aulas presencialmente nesta 2ª - destaque galeria
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A vacina é específica para crianças e tem concentração diferente da utilizada em adultos. A dose da Comirnaty equivale a um terço da aplicada em pessoas com mais de 12 anos
A tampa do frasco da vacina virá na cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de imunização e também por pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para receberem a aplicação do fármaco
Desde o início da pandemia, mais de 300 crianças entre 5 e 11 anos morreram em decorrência do coronavírus no Brasil
Isso corresponde a 14,3 mortes por mês, ou uma a cada dois dias. Além disso, segundo dados do Ministério da Saúde, a prevalência da doença no público infantil é significativa. Fora o número de mortes, há milhares de hospitalizações
De acordo com a Fiocruz, vacinar crianças contra a Covid é necessário para evitar a circulação do vírus em níveis altos, além de assegurar a saúde dos pequenos
A Anvisa aprovou, em 16 de dezembro, a aplicação do imunizante da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos. Para isso, será usada uma versão pediátrica da vacina, denominada Comirnaty
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A Anvisa aprovou, em 16 de dezembro, a aplicação do imunizante da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos. Para isso, será usada uma versão pediátrica da vacina, denominada Comirnaty

baona/Getty Images
A vacina é específica para crianças e tem concentração diferente da utilizada em adultos. A dose da Comirnaty equivale a um terço da aplicada em pessoas com mais de 12 anos
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A vacina é específica para crianças e tem concentração diferente da utilizada em adultos. A dose da Comirnaty equivale a um terço da aplicada em pessoas com mais de 12 anos

Igo Estrela/ Metrópoles
A tampa do frasco da vacina virá na cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de imunização e também por pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para receberem a aplicação do fármaco
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A tampa do frasco da vacina virá na cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de imunização e também por pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para receberem a aplicação do fármaco

Aline Massuca/Metrópoles
Desde o início da pandemia, mais de 300 crianças entre 5 e 11 anos morreram em decorrência do coronavírus no Brasil
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Desde o início da pandemia, mais de 300 crianças entre 5 e 11 anos morreram em decorrência do coronavírus no Brasil

ER Productions Limited/ Getty Images
Isso corresponde a 14,3 mortes por mês, ou uma a cada dois dias. Além disso, segundo dados do Ministério da Saúde, a prevalência da doença no público infantil é significativa. Fora o número de mortes, há milhares de hospitalizações
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Isso corresponde a 14,3 mortes por mês, ou uma a cada dois dias. Além disso, segundo dados do Ministério da Saúde, a prevalência da doença no público infantil é significativa. Fora o número de mortes, há milhares de hospitalizações

Getty Images
De acordo com a Fiocruz, vacinar crianças contra a Covid é necessário para evitar a circulação do vírus em níveis altos, além de assegurar a saúde dos pequenos
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De acordo com a Fiocruz, vacinar crianças contra a Covid é necessário para evitar a circulação do vírus em níveis altos, além de assegurar a saúde dos pequenos

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Contudo, desde o aval para a aplicação da vacina em crianças, a Anvisa vem sofrendo críticas de Bolsonaro, de apoiadores do presidente e de grupos antivacina
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Contudo, desde o aval para a aplicação da vacina em crianças, a Anvisa vem sofrendo críticas de Bolsonaro, de apoiadores do presidente e de grupos antivacina

HUGO BARRETO/ Metrópoles
Para discutir imunização infantil, o Ministério da Saúde abriu consulta pública e anunciou que a vacinação pediátrica teria início em 14 de janeiro. Além disso, a apresentação de prescrição médica não será obrigatória
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Para discutir imunização infantil, o Ministério da Saúde abriu consulta pública e anunciou que a vacinação pediátrica teria início em 14 de janeiro. Além disso, a apresentação de prescrição médica não será obrigatória

Igo Estrela/ Metrópoles
Inicialmente, a intenção do governo era exigir prescrição. No entanto, após a audiência pública realizada com médicos e pesquisadores, o ministério decidiu recuar
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Inicialmente, a intenção do governo era exigir prescrição. No entanto, após a audiência pública realizada com médicos e pesquisadores, o ministério decidiu recuar

Divulgação/ Saúde Goiânia
De acordo com a pasta, o imunizante usado será o da farmacêutica Pfizer e o intervalo sugerido entre cada dose será de oito semanas. Caso o menor não esteja acompanhado dos pais, ele deverá apresentar termo por escrito assinado pelo responsável
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De acordo com a pasta, o imunizante usado será o da farmacêutica Pfizer e o intervalo sugerido entre cada dose será de oito semanas. Caso o menor não esteja acompanhado dos pais, ele deverá apresentar termo por escrito assinado pelo responsável

Hugo Barreto/ Metrópoles
Além disso, apesar de não ser necessária a prescrição médica para vacinação, o governo federal recomenda que os pais procurem um profissional da saúde antes de levar os filhos para tomar a vacina
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Além disso, apesar de não ser necessária a prescrição médica para vacinação, o governo federal recomenda que os pais procurem um profissional da saúde antes de levar os filhos para tomar a vacina

Aline Massuca/ Metrópoles
Segundo dados da Pfizer, cerca de 7% das crianças que receberam uma dose da vacina apresentaram alguma reação, mas em apenas 3,5% os eventos tinham relação com o imunizante. Nenhum deles foi grave
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Segundo dados da Pfizer, cerca de 7% das crianças que receberam uma dose da vacina apresentaram alguma reação, mas em apenas 3,5% os eventos tinham relação com o imunizante. Nenhum deles foi grave

Igo Estrela/Metrópoles
Países como Israel, Chile, Canadá, Colômbia, Reino Unido, Argentina e Cuba, e a própria União Europeia, por exemplo, são alguns dos locais que autorizaram a vacinação contra a Covid-19 em crianças
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Países como Israel, Chile, Canadá, Colômbia, Reino Unido, Argentina e Cuba, e a própria União Europeia, por exemplo, são alguns dos locais que autorizaram a vacinação contra a Covid-19 em crianças

Getty Images
Nos Estados Unidos, a imunização infantil teve início em 3 de novembro. Até o momento, mais de 5 milhões de crianças já receberam a vacina contra Covid-19. Nenhuma morte foi registrada e eventos adversos graves foram raros
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Nos Estados Unidos, a imunização infantil teve início em 3 de novembro. Até o momento, mais de 5 milhões de crianças já receberam a vacina contra Covid-19. Nenhuma morte foi registrada e eventos adversos graves foram raros

baona/Getty Images
A decisão do Ministério da Saúde de prolongar o intervalo das doses do imunizante contraria a orientação da Anvisa, que defende uma pausa de três semanas entre uma aplicação e outra para crianças de 5 a 11 anos
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A decisão do Ministério da Saúde de prolongar o intervalo das doses do imunizante contraria a orientação da Anvisa, que defende uma pausa de três semanas entre uma aplicação e outra para crianças de 5 a 11 anos

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Para a reportagem, o Colégio Objetivo DF informou que vai manter o ensino híbrido nas nove unidades, até nova determinação. As aulas retomam na próxima segunda-feira (31).

“Temos estudantes com relatórios de comorbidades que precisam desse formato de aulas, e até que a transmissão esteja mais controlada, as famílias poderão optar por um dos formatos: presencial ou on-line. Cerca de 350 a 500 estudantes da rede, desde o ensino infantil ao ensino médio, ficarão no formato virtual, o que equivale a 5% a 10%”, esclareceu a gerente educacional da instituição de ensino, Cláudia Mialichi.

Outra instituição que também volta no dia 31 e adotará o formato 100% presencial, seguindo as diretrizes da Secretaria de Educação, é o Sigma.

“O Sigma já tem os protocolos e medidas sanitárias estruturadas a fim de receber os alunos, professores e colaboradores com segurança, prezando pela saúde de todos”, informou, por meio de nota.

Segundo o Galois, o ano letivo de 2022 retomará o ensino 100% presencial. Caso o aluno teste positivo para a Covid-19, poderá assistir às aulas remotamente pelo período de isolamento.

O Colégio Marista Asa Sul informou, por meio de nota, que, de acordo com as legislações vigentes, manterá a oferta de ensino presencial no retorno das atividades. “O colégio também conta com ferramentas e toda a estrutura necessária para o ensino remoto, que poderá ser adotado assim que a legislação vigente permitir tal prática”, esclarece.

Exigências

Na última sexta-feira (21/1), o Metrópoles adiantou que o Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares (Sinproep) vai sugerir ao Ministério Público do Trabalho (MPT) que exija das escolas o cartão de vacina dos funcionários na volta às aulas presenciais.

Uma audiência administrativa entre o Sinproep e o Sinepe, está prevista para ocorrer ainda nesta segunda. A ideia é discutir o retorno seguro das atividades.

Secretaria de Educação e rede pública de ensino

Com atividades 100% presenciais e sem exigência de comprovação de vacinação contra Covid-19, a volta às aulas nas escolas públicas do Distrito Federal está marcada para 14 de fevereiro. Segundo a Secretaria de Educação, os alunos não precisarão estar imunizados para frequentar as salas.

A pasta da Educação informou que vem monitorando a nova onda da pandemia e que observará a situação até o início das aulas e, se necessário, divulgará todas as diretrizes no momento apropriado.

No caso das escolas particulares, a secretaria explica que fica a critério de cada instituição qual formato de aula será escolhido para o ano letivo de 2022. A orientação também vale para as situações em que o estudante precisar repor aulas ou cumprir isolamento.

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